Facebook e Instagram removem vídeo de Bolsonaro por violação de regras | VEJA

O Facebook e o Instagram removeram na segunda-feira, 30, um vídeo postado pelo presidente Jair Bolsonaro no domingo, em que ele reuniu várias pessoas durante um passeio em Brasília e voltou a se posicionar contra o isolamento social, defendido por autoridades e por seu próprio ministro da Saúde como medida eficaz para conter o coronavírus.

De acordo com um porta-voz do Facebook, a plataforma remove “conteúdo no Facebook e Instagram que viole nossos Padrões da Comunidade, que não permitem desinformação que possa causar danos reais às pessoas”.

A decisão da empresa de Mark Zuckerberg foi semelhante à do Twitter, que, no domingo, excluiu dois vídeos do presidente, publicados na mesma situação do passeio por Brasília. Facebook e Instagram mantiveram, porém, o vídeo em que o presidente está em um supermercado.

Em comunicado, o Twitter disse que “anunciou recentemente em todo o mundo a expansão de suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir COVID-19”.

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No caso do tuítes, Bolsonaro entrou para o hall de autoridades que já levaram uma suspensão, composto até então por somente uma pessoa: Nicolás Maduro, da Venezuela.

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    Fonte: veja.abril.com.br/tecnologia/facebook-e-instagram-removem-video-de-bolsonaro-por-violacao-de-regras

    Bolsonaro fará novo pronunciamento sobre coronavírus nesta terça – Política – iG

    Jair Bolsonaro arrow-options Agência Brasil Está será a quarta vez que o presidente discursará sobre a doença desde o dia 6 de março.

    O presidente Jair Bolsonaro vai convocar novamente cadeia nacional de rádio e televisão para exibir outro pronunciamento sobre o combate ao novo coronavírus , na noite desta terça-feira. Esta será a quarta vez que o presidente discursará à população sobre a doença desde o dia 6 deste mês. Na terça-feira passada, ele pregou o retorno à normalidade e que “a vida tem que continuar”, contra o “pânico ou histeria”.

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    Pela manhã, na saída do Palácio da Alvorada, usou trecho de pronunciamento do diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, para alegar que, agora, até a entidade internacional estaria defendendo o retorno ao trabalho. E aventou a possibilidade de fazer um pronunciamento para comentar a fala do dirigente da entidade.

    “Vocês viram o que o diretor-presidente da OMS falou, não? Alguém viu aí? Que tal eu ocupar rede nacional de rádio e TV hoje à noite para falar sobre isso?”, comentou Bolsonaro a jornalistas.

    Na véspera, Tedros citou a preocupação com pessoas isoladas em lugares mais pobres do mundo que têm que trabalhar diariamente para ganhar o “pão de cada dia” e cobrou dos governos que adotem medidas para garantir a renda da população mais pobre com a crise do coronavírus. Bolsonaro se referiu apenas a primeira parte da fala de Tedros, mas omitiu a segunda.

    O GLOBO apurou que o presidente já reservou um horário para gravar o pronunciamento na tarde desta terça, após reunião ministerial marcada para começar às 14h30 e terminar às 16h45.

    Às 17h, o ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, e representantes dos ministérios da Saúde, Justiça e Segurança Pública, Economia e Defesa participarão de entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

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    Trecho de vídeo da OMS

    Aliados do governo passaram a divulgar uma versão editada da entrevista dada pelos dirigentes da OMS na segunda-feira em que não aparecem nem as referências diretas à defesa das medidas de isolamento, nem os trechos em que o diretor-geral cobra dos países medidas para assegurar renda à população carente.

    Mais cedo, o próprio Bolsonaro havia publicado um vídeo com a parte da fala de Tedros, legendas, em suas mídias sociais. Mas OMS continua pregando o isolamento e o distanciamento social como principais medidas contra a Covid-19, informação que Bolsonaro omite.

    A fala de Tedros Adhanon mencionada por Bolsonaro foi uma resposta a uma pergunta sobre os impactos das medidas impostas pelo governo da Índia, que impôs restrições de movimentação e fechamento de comércio no país.

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    “Sou da África e sei que muita gente precisa trabalhar cada dia para ganhar o seu pão. E governos devem levar essa população em conta. Se estamos limitando os movimentos, o que vai acontecer com essas pessoas que precisam trabalhar diariamente? Cada país deve responder a essa questão – disse Tedros, acrescentando: – Precisamos também ver o que isso significa para o indivíduo na rua. Venho de uma família pobre e sei o que significa sempre preocupar-se com o pão de cada dia. E isso precisa ser levado em conta. Porque cada indivíduo importa. E temos que levar em conta como cada indivíduo é afetado por nossas ações. É isso que estamos dizendo.”.

    Posicionamento sobre a pandemia

    Desde a semana passada, Bolsonaro adotou um posicionamento radical em relação à pandemia, diminuindo os riscos do novo coronavírus. No pronunciamento feito na última terça-feira (24), o presidente chamou a Covid-19 de “gripezinha” e defendeu o retorno das atividades comerciais e das aulas nas escolas. Além disso, ,o presidente defendeu o “isolamento vertical” no qual apenas os idosos deveriam ficar em quarentena.

    Leia também: Twitter exclui duas postagens de Bolsonaro por violação de regras

    No último domingo (29), contrariando as recomendações de diversos especialistas ao redor do globo, o presidente divulgou um vídeo em suas redes no qual aparece passeando por Brasília e promovendo aglomerações. Por violar as regras das plataformas, o Twitter, O Facebook e o Instagram removeram a publicação do ar. 

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/politica/2020-03-31/bolsonaro-fara-novo-pronunciamento-sobre-coronavirus-nesta-terca.html

    Dora Kramer: Pela tangente | VEJA

    Em seu pronunciamento de agora há pouco (31/03) o presidente Jair Bolsonaro procurou amenizar o discurso frente a crise sanitária, mas o fez com nítida má vontade ao evitar defender de modo explícito o isolamento social como medida de precaução contra a disseminação do novo vírus.

    Diante da enorme repercussão negativa às suas declarações, Bolsonaro deu uma modulada na fala, sentiu o golpe, parece ter dado ouvidos aos conselheiros mais sensatos, mas não deixou de imprimir a sua marca: além de não aderir ao isolamento como medida principal, seguiu usando de maneira inadequada a fala de Tedros Adhanom para dar a impressão de que ele e o diretor-geral da OMS têm posições semelhantes.

    Fonte: veja.abril.com.br/blog/dora-kramer/pela-tangente

    Toffoli suspende pagamento de adicional de home office a juízes – Brasil – iG

    Ministro Dias Toffoli arrow-options Carlo Moura/SCO/STF Toffoli encaminhou determinação para todos os tribunais do país de que não sejam pagos auxílios

    O ministro Dias Toffoli, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (31) que o Tribunal de Justiça do Ceará suspenda o pagamento de um adicional de 15% nos salários de um grupo de juízes da Corte que estão fazendo trabalho remoto. Integrantes do CNJ concordaram que o benefício era pago de forma ilegal, especialmente durante uma pandemia, com necessidade de gastos públicos a mais para combater o coronavírus.

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    Toffoli aproveitou para encaminhar a tribunais de todo o país determinação para que não seja feito “pagamento a magistrados e servidores de valores a título de auxílio moradia, auxílio transporte, auxílio alimentação ou qualquer outra verba que venha a ser instituída ou majorada, ou mesmo relativa a valores atrasados, ainda que com respaldo em lei estadual, sem que seja previamente autorizado pelo CNJ”.

    Em nota, o Tribunal de Justiça do Ceará informou que a gratificação a juízes que acumulam funções, prevista em lei, é paga desde o fim de 2017, “com variação de 5% a 15%, para os casos de acúmulo de funções jurisdicionais”. Entretanto, foi publicada uma portaria na última sexta-feira estendendo o benefício a 24 magistrados do Núcleo de Produtividade Remota do tribunal.

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    A nota afirma que os 24 magistrados, “apesar de representarem apenas um percentual de 5,9% do total de juízes do estado, já produziram em menos de 1 ano de atuação mais de 50 mil sentenças, auxiliando as mais diversas unidades judiciais de todo o estado, resultando em um aumento de mais de 200% nas baixas processuais”.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-03-31/toffoli-suspende-pagamento-de-adicional-de-home-office-a-juizes-do-ceara.html

    Taxa média de juros PJ deve ficar estável apesar da crise com coronavírus | EXAME

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    Itaú: banco diz que não aumentou taxas para pessoas físicas nem para micro e pequenas empresas (Germano Luders/EXAME)

    Desde o agravamento da crise causada pela pandemia de coronavírus, empresários têm dito que estão com dificuldade para solicitar novos empréstimos e renegociar financiamentos em curso. O motivo é que as incertezas sobre a duração e a intensidade da turbulência financeira teriam levado os bancos a fechar a torneira de crédito.

    “Os bancos estão mais seletivos e, em alguns casos, as taxas de juros já subiram”, afirma Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. Milton Rego, presidente da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), faz coro. “Está cada vez mais difícil e mais caro rolar dívidas, impostos e obrigações.”

    Diante desse cenário, a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e a Associação Brasileira de Franchising (ABF) enviaram ao Banco Central e ao ministério da Economia uma carta na segunda-feira 30 solicitando, entre outras medidas, que atuem de modo a “evitar a elevação desmedida das taxas de juros e solicitações desproporcionais de garantias que inviabilizam o acesso às operações de crédito já existentes no mercado”. Em nota, o BC afirmou que está analisando todos os pleitos que tem recebido e o ministério disse que não comenta medidas em estudo.

    As grandes empresas contam hoje com menos opções para captar recursos. Até a eclosão da crise, elas podiam recorrer ao mercado de capitais ou aos bancos. No atual cenário, entretanto, os investidores estão com menos apetite a risco e algumas companhias tiveram de adiar suas ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) e emissões de dívida.

    Naturalmente, as que não podem aguardar a volta do mercado de capitais procuraram os bancos, que agora lidam com custos maiores de captação e de capital, graças ao aumento da percepção de risco do país. “Com isso, as grandes empresas precisam negociar as condições bancárias caso a caso. Isso não significa obrigatoriamente um aumento de juros. Mas pode acontecer em segmentos específicos ou em linhas específicas”, diz um executivo do setor financeiro que não quis se identificar. No entanto, os juros médios – que incluem as taxas de pequenas, médias e grandes companhias – devem continuar estáveis, por causa das melhores condições oferecidas às PMEs.

    De fato, os números compilados pelo Banco Central não mostram uma tendência de alta dos juros. O levantamento reúne taxas médias (e incluem todos os portes de empresas, inclusive de segmentos que podem estar enfrentando mais dificuldades). Na linha de capital de giro com prazo até 365 dias, por exemplo, a taxa do BB, Caixa e Santander foi menor em março do que em fevereiro. Já no Itaú e no Bradesco houve aumento.

    Capital de giro com prazo até 365 dias (em %, ao ano)

    mar/17 mar/18 mar/19 jan/20 fev/20 mar/20* BB 28,32 14,75 14,02 12,47 12,36 11,57 Bradesco 37,24 24,54 25,28 21,71 20,63 22,20 Caixa 45,65 47,76 40,58 35,84 35,69 34,71 Itaú 32,63 24,51 23,91 21,61 20,21 23,63 Santander 42,09 23,44 32,74 48,99 34,90 34,71

    *Até 17 de março

    Por sua vez, na linha de capital de giro com mais de 365 dias de prazo, BB, Bradesco, Itaú e Santander apresentaram redução de juros anuais. Só a Caixa registrou aumento.

    Capital de giro com prazo de mais de 365 dias (em %, ao ano)

    mar/16 mar/17 mar/18 mar/19 jan/20 fev/20 mar/20* BB 65,26 27,74 14,43 16,53 14,08 13,32 11,57 Bradesco 35,6 27,46 21,92 23,07 18,8 20,93 19,11 Caixa 35,66 32,51 33,57 25,73 18,73 17,91 18,50 Itaú 37,26 28,75 23,44 22,03 20,92 19,76 18,98 Santander 34,04 31,16 25,42 26,59 31,59 29,44 20,18

    *Até 17 de março

    “É possível que haja alguma volatilidade sazonal, já que se trata de uma compilação de taxas oferecidas tanto para micro empresas quanto para uma Petrobras, por exemplo. Mas não há nada que indique uma mudança de tendência; a expectativa é que as médias se mantenham relativamente estáveis”, afirma o executivo que preferiu não se identificar. “O que pode haver é uma mudança no mix entre varejo e atacado.”

    Em nota, o Banco do Brasil afirmou que “não houve mudanças nas taxas do BB desde o período de abertura das renegociações”; o Bradesco fez coro ao dizer que “não mudou a política de taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas”, enquanto o Itaú declarou que “não aumentou suas taxas para pessoas físicas nem para micro e pequenas empresas”. A Caixa destacou que apoia as micro e pequenas empresas. “É nossa missão ajudá-las neste momento difícil, criando linhas de financiamento, diminuindo taxas de juros, oferecendo pausa nos empréstimos”, disse, em nota. O Santander não respondeu ao pedido de entrevista.

    PMEs

    Na semana passada, o Bradesco, Santander e Itaú Unibanco aderiram ao fundo emergencial voltado para o financiamento da folha de pagamento de pequenas e médias empresas (com faturamento anual de até 10 milhões de reais). O objetivo é garantir a sobrevivência dos pequenos negócios e, consequentemente, preservar postos de trabalho.

    A linha, que financiará dois meses de folha de pagamento, receberá 85% de funding do Tesouro Nacional, recursos que serão aportados em um fundo a ser administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e 15% dos próprios bancos, que serão responsáveis pelo repasse dos recursos a seus clientes.

    Os tomadores terão seis meses de carência, e o pagamento parcelado em até 36 meses, com uma taxa de juros equivalente ao CDI, ou seja, sem cobrança de spread. As empresas clientes dos bancos que solicitarem os recursos para o financiamento da folha de pagamento serão submetidas à análise de crédito das instituições financeiras.

    O Santander anunciou que empresas que precisarem contratar linhas de capital de giro terão três meses de carência para pagar a primeira parcela. Para isso, elas terão que receber o dinheiro recebido nas feitas feitas em qualquer maquininha de cartão em sua conta no banco.

    Já os Microempreendedores Individuais (MEI) poderão ser isentados da cobrança de tarifa do pacote de serviços, realizando TEDs e DOCs gratuitamente por até dois meses. O valor da taxa poderá ser utilizado como crédito para pagamento de contas de energia, água e telefonia em débito automático e DDA. 

     

     

     

    Fonte: exame.abril.com.br/negocios/taxa-media-de-juros-pj-deve-ficar-estavel-apesar-da-crise-com-coronavirus

    A ambivalência e a influência de Villas Boas | VEJA

    O ex-comandante do Exército, general Eduardo Villas-Boas, soltou um tuíte que é um primor de ambivalência (abaixo), Getúlio Vargas estaria orgulhoso.

    O tuíte diz que vivemos um momento especial e muito grave. Discorda de Bolsonaro, que vem dizendo que o que há é uma histeria, e que o Covid é uma “gripezinha”. Mas não o critica.

    Diz que muitos dos protagonistas não entenderam que a crise exige união. Pode ser uma crítica a Bolsonaro ou a qualquer um.

    Diz que ações extremadas podem acarretar consequências imprevisíveis. É uma platitude que pode ser uma referência ao isolamento, ao combate ao isolamento, aos esforços para tirar o Bolsonaro do cargo.

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    Diz que ações extremadas podem acarretar um preço alto para os desassistidos e informais. Pode se referir ao isolamento, que pode deixá-os sem emprego, ou à falta de isolamento, que pode matá-los.

    Diz que a virtude está no centro. Aqui, é impossível não ver crítica a Bolsonaro, o mais extremista de todos.

    Diz que se pode discordar do presidente, mas que ele tem coragem e convicção. Não diz que Bolsonaro está certo, então parece uma crítica, mas é do tipo que bate com uma mão e afaga com a outra.

    Diz que um líder deve agir em função do que as pessoas necessitam, não do que elas querem. Mas não diz o que elas querem nem do que necessitam.

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    Ou seja, cada um que entenda o que quiser.

    Mas uma coisa é certa: em seu novo pronunciamento, Bolsonaro mudou radicalmente de tom, ficou muito mais sóbrio e razoável — e é impossível não enxergar nessa mudança o dedo de Eduardo Villas Boas.

     

    ___

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    O tuíte do general:

    https://t.co/KtU8ziLuZR— General Villas Boas (@Gen_VillasBoas) March 30, 2020

    Fonte: veja.abril.com.br/blog/ricardo-rangel/a-ambivalencia-e-a-influencia-de-villas-boas

    Brasil tem 201 mortes e 5.717 casos confirmados de Covid-19 – Brasil – iG

    Mandetta arrow-options Reprodução Facebook Ministro atualizou os dados da doença no país

    O Brasil registrou mais 42 mortes causadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) nas últimas 24 horas, fazendo o total subir para 201, segundo balanço divulgado nesta terça-feira (31) pelo Ministério da Saúde. A alta corresponde a um crescimento de 20,9%.

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    De acordo com a pasta, os novos casos confirmados de Covid-19  são 1.138, totalizando 5.717. O aumento foi de 19,9%. Já a taxa de letalidade continuou em 3,5%.

    Na segunda-feira (30), o número de óbitos era 159, enquanto o de pessoas com a doença era de 4.579.

    Covid-19 número de casos e óbitos Infogram

    São Paulo continua sendo o estado que tem mais mortes, com 136 das 201 ocorrências. A letalidade é de 5,8% no estado. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com 23 mortes e letalidade de 3,2%.

    Leia também: Covid-19: após primeira morte, Brasil teve taxa de letalidade maior que Itália

    No quadro de casos confirmados, São Paulo também lidera a lista. O estado tem 2.339 pessoas infectadas pelo coronavírus. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com 708 vítimas de contaminação, sendo seguido por Ceará (390), Distrito Federal (332) e Minas Gerais (275).

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-03-31/brasil-tem-xxx-mortes-e-xxxx-casos-registrados-de-covid-19.html

    Ministro do STF proíbe campanhas contra isolamento da covid-19 | VEJA

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso decidiu nesta terça-feira, 31, proibir a produção e circulação de campanhas publicitárias que sugiram que a população deva retornar às atividades plenas durante o período de isolamento social por causa do novo coronavírus.

    Pela decisão do ministro, o vídeo “O Brasil Não Pode Parar”, deverá ser retirado de páginas na internet e das redes sociais. O vídeo que circula nas redes sociais é atribuído à Secretaria de Comunicação da Presidência da República, que afirma não ter aprovado a campanha. Em nota divulgada pela Secom no dia 27, a secretaria afirmou que o vídeo foi produzido em caráter experimental, “portanto, a custo zero e sem avaliação e aprovação da Secom”.

    “A peça seria proposta inicial para possível uso nas redes sociais, que teria que passar pelo crivo do Governo. Não chegou a ser aprovada e tampouco veiculada em qualquer canal oficial do Governo Federal”, acrescenta o comunicado.

    Na decisão, o ministro atendeu a um pedido liminar protocolado pela Rede Sustentabilidade. Segundo Barroso, as orientações da área de saúde devem ser seguidas e a “supressão das medidas de distanciamento social, como informa a ciência, não produzirá resultado favorável à proteção da vida e da saúde da população”

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    “Defiro a cautelar para vedar a produção e circulação, por qualquer meio, de qualquer campanha que pregue que “O Brasil Não Pode Parar” ou que sugira que a população deve retornar às suas atividades plenas, ou, ainda, que expresse que a pandemia constitui evento de diminuta gravidade para a saúde e a vida da população. Determino, ainda, a sustação da contratação de qualquer campanha publicitária destinada ao mesmo fim. “

    Na decisão, Barroso também determinou que as empresas Google, Instagram, Twitter, Facebook, Telegram e WhatsApp sejam informadas da decisão.

    Fonte: veja.abril.com.br/politica/ministro-do-stf-proibe-campanhas-contra-isolamento-da-covid-19

    Temer ligou para Bolsonaro para recomendar isolamento social – Política – iG

    Temer coronavírus bolsonaro arrow-options Beto Barata/PR Ex-presidente Michel Temer

     ex-presidente Michel Temer (MDB) ligou para o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) neste sábado (27) para sugerir que Bolsonaro baixe um decreto com validade de dez dias para implementar o isolamento social, segundo informações divulgadas nesta terça-feira (31) pela coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

    Leia também: Coronavírus no Brasil: acompanhe a situação no País em tempo real

    Na ligação, Bolsonaro teria concordado com a sugestão de Temer . Mas no dia seguinte, no domingo (28), o presidente saiu às ruas para passear no comércio de Brasília, descumprindo as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS), de isolamento social pelo coronavírus. 

    Bolsonaro também afirmou no domingo querer baixar um decreto que obrigue as pessoas voltarem a trabalhar, exatamente o oposto do conselho de Temer .

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/politica/2020-03-31/temer-ligou-para-bolsonaro-para-tentar-convence-lo-de-decretar-isolamento-social.html

    Adiamento do reajuste no valor dos remédios é bom, mas desafia indústrias | VEJA

    Depois da negociação do governo com a indústria e o varejo farmacêutico, o reajuste médio dos medicamentos – previsto para entrar em vigor a partir desta quarta-feira, 1º, em todo território nacional – foi suspenso por 60 dias. A medida, que foi publicada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em suas redes sociais, visa dar fôlego ao bolso do consumidor brasileiro em meio à disseminação do novo coronavírus (Covid-19) no país. Após o período equivalente a dois meses, o reajuste, mecanismo assegurado por lei, voltará à pauta do congresso.

    Existe o consenso entre os atores deste setor de que a medida, apesar de legal, seria uma dose pesada para este momento. Isso porque o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, já admitiu por diversas vezes que os meses de abril e maio serão os mais desafiadores para a contenção do vírus no Brasil – e boa parte da população recorrerá às farmácias no período. Diante disso, a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) manifestou apoio integral à decisão do governo federal, alegando que o momento deve ser de solidariedade e colaboração para garantir que a população tenha acesso facilitado a medicamentos de primeira necessidade. “Seria um momento difícil para termos esse reajuste, apesar de ser algo absolutamente legítimo pela lei”, disse Sergio Mena Barreto, presidente da entidade.

    Há, no entanto, o outro lado dessa moeda. A indústria farmacêutica se vê pressionada com a medida, num momento em que o dólar disparou para mais de 5 reais, o que levou o país a perder competitividade em relação a mercados como China e a Índia, principais fabricantes de insumos para a cadeia de medicamentos no Brasil. “Acho que a indústria tem que ser solidária num momento como esse, já que remédio é um dos itens de primeira necessidade”, diz João Adibe, CEO da farmacêutica Cimed. “Mas nós estamos num negócio que exige muito investimento em insumos e fomos um dos setores mais impactados com a disparada do dólar”. Segundo Adibe, sua cota de importação de matéria-prima está com um delay de pelo menos 120 dias, o que pode levar a um desabastecimento de remédios nas gôndolas no segundo semestre deste ano. “A Índia parou tudo. Desde a semana passada, não entra e nem sai mercadoria de lá”, complementa.

    A prorrogação do reajuste também foi defendida por representantes do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde dos Municípios e dos Estados (Conasems e Cosems) ao ministro Mandetta. Previa-se que o reajuste médio no preço dos medicamentos seria de 4,08%, segundo cálculos do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma). A variação no valor é elaborada, desde 2003, a partir de uma conta que engloba, dentre outras coisas, a inflação média e o dólar do ano anterior. Entre 2001 e 2019, a inflação geral somou 216,07% ante uma variação de preços dos produtos farmacêuticos de 167,19%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O reajuste concedido pelo governo no período, por sua vez, somou 181,04%.

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    Fonte: veja.abril.com.br/economia/adiamento-do-reajuste-no-valor-dos-remedios-e-bom-mas-desafia-industrias