Indicado por setor privado, Gilberto Garcia é cotado para MEC – Último Segundo – iG

MEC Daniel Marenco / Agência O Globo Garcia é um dos cotados para substituir Decotelli na pasta.

O nome do professor Gilberto Gonçalves Garcia começou a ser cotado para ocupar o lugar de  Carlos Alberto Decotelli para o cargo de ministro da Educação. Segundo interlocutores, ele teria o apoio de Antônio Veronezi, empresário da educação privada próximo de Onyx Lorenzoni , ministro da Cidadania, e do ex-ministro Abraham Weintraub .

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Garcia é estudioso da área de religião, tem formação em filosofia pela UFRJ e foi reitor da Universidade Católica de Brasília até 2018. Também presidiu o Conselho Nacional de Educação (CNE) entre 2014 e 2016, durante o governo Dilma.

O perfil mais conservador tem sido colocado como um ponto positivo entre os auxiliares do presidente Jair Bolsonaro que tentam uma alternativa a Decotelli.

Bolsonaro começou a analisar novos nomes para o Ministério da Educação (MEC) após a divulgação de que Decotelli incluiu informações falsas em seu currículo. Ontem, após ter de se explicar ao presidente, o ministro falou à imprensa que continua no cargo, mas auxiliares do presidente já buscam outros nomes.

Polêmicas

Após o anúncio de seu nome ser bem recebido dentro e fora do governo, Decotelli passou a ter o currículo na plataforma Lattes, que ele próprio publica, questionado.

O doutorado pela Universidade Nacional de Rosário, na Argentina, usado por Bolsonaro ao anunciar o novo ministro, foi desmentido pelo reitor da instituição, Franco Bartolacci.Depois, Decotelli foi acusado de plagiar sua dissertação de mestrado.

Ontem, outra distorção no currículo veio à tona. Mesmo sem ter doutorado, continuava constando na plataforma Lattes do ministro um “pós-doutorado” pela Universidade de Wüppertal . A instituição afirmou que Decotelli fez uma pesquisa na universidade em 2016, por três meses, mas nunca deu qualquer título a ele.

Um pós-doutorado não é um título acadêmico formal, mas é um termo usado em referência apenas a pesquisas feitas após um acadêmico obter um título de doutor — o que Decotelli não tem.

Nesta terça-feira, a Fundação Getulio Vargas (FGV) também evidenciou outro ponto polêmico do currículo de Decotelli.

A instituição disse que ele nunca foi professor efetivo da instituição, mas sim colaborador em cursos de educação continuada.

No currículo Lattes, ele menciona ter sido professor da FGV, sinalizando um vínculo efetivo, o que é questionável, em termos de transparência, uma vez que há outras nomenclaturas para indicar tal atuação.

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/2020-06-30/indicado-por-setor-privado-gilberto-garcia-e-novo-cotado-para-o-mec.html

Justiça derruba decisão que determinou uso de máscara a Bolsonaro | VEJA

A desembargadora Danielle Maranhão Costa, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), sediado em Brasília, anulou nesta terça-feira, 30, a decisão que impôs ao presidente Jair Bolsonaro o uso obrigatório de máscara em espaços públicos do Distrito Federal durante a pandemia do novo coronavírus.

Na decisão, motivada por um recurso da Advocacia-Geral da União (AGU), a desembargadora afirmou que um decreto do Distrito Federal já obrigou o uso de máscara de proteção nas ruas e não cabe ao Judiciário interferir na questão.

“Assim, reconheço ausência de necessidade de ajuizamento da ação de origem para a finalidade de compelir os cidadãos ao uso de máscaras, independentemente do posto que ocupem na Administração do Estado”, decidiu a magistrada.

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    A decisão derrubada foi proferida pelo juiz Renato Coelho Borelli, da 9ª Vara Federal Cível de Brasília, a partir de uma ação popular protocolada por um advogado.

    Fonte: veja.abril.com.br/politica/justica-derruba-decisao-que-determinou-uso-de-mascara-a-bolsonaro

    Proposta de unificar forças apoiada por Aras incomoda procuradore – Brasil – iG

    pgr José Cruz-Agência Brasil Procuradores da força-tarefa teriam ficado surpresos com o pedido de sub-procuradora

    Uma nova rusga surgiu no relacionamento entre as forças-tarefa da Lava Jato e subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo. Uma proposta de unificar as equipes de investigação em um órgão nacional – apoiada pelo procurador-geral da República, Augusto Aras – está incomodando os procuradores . Caso aprovada, eles perderiam a autonomia garantida na Constituição e ficariam sob o controle de Aras. 

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    A questão se fortaleceu depois do pedido de Lindôra para ter acesso a dados sigilosos da Lava Jato, que não foi bem recebido . Ela foi indicada por Aras para ser a representante da PGR na operação. 

    No entanto, a ideia de unificação das forças-tarefas não é de hoje – ela já foi discutida ainda na gestão de Rodrigo Janot na PGR. A proposta, hoje, é debatida no Conselho Superior do Ministério Público Federal e tem o suporte do procurador-geral da República.

    O objetivo é criar a Unidade Nacional de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado , a Unac, para agregar a atuação das forças-tarefas. Hoje, há quatro: a Lava Jato no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Curitiba; e a força-tarefa da operação Greenfield, em Brasília, sobre desvios em fundos de pensão.

    A coordenação nacional , caso aprovada, seria sediada em Brasília, e combateria : corrupção, atos de improbidade administrativa e crime organizado.  Com essa união, durante uma investigação, um procurador poderia acionar a Unac para aumentar sua equipe, se julgasse necessário. 

    Nesse caso, o coordenador da Unac teria um mandato de dois anos. Segundo o projeto, ele seria escolhido pelo procurador-geral da República a partir de uma lista tríplice eleita pelos subprocuradores-gerais.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-06-30/proposta-de-unificar-equipes-apoiada-por-aras-incomoda-procuradores.html

    O hotel da União em Orlando que é alvo de denúncias graves de corrupção | VEJA

    O  governo brasileiro tem uma participação de 65% em um hotel de Orlando que está no centro de uma batalha nos tribunais daqui e dos Estados Unidos. A polêmica envolve indícios graves de corrupção, incluindo denúncia de cooptação de um juiz federal por membros de uma quadrilha. Em um dos lances mais recentes do escândalo, o Ministério Público Federal decretou a prisão preventiva de Francisco Bomfim, o responsável pela administração do hotel em questão, o Crowne Plaza, um dos mais luxuosos de Orlando. Ele é avaliado em cerca de 100 milhões de dólares. Desde 2015, mesmo sem nenhuma experiência anterior em hotelaria, Bomfim conduzia os negócios por lá, quando foi nomeado interventor do Crowne Plaza pela Justiça Federal do Mato Grosso. Essa decisão ocorreu depois que a União assumiu o controle de 65% do patrimônio (os 35% restantes pertencem ao empresário brasileiro Zilberto Zanchet). Essa cota de 65% na sociedade do Crowne Plaza constava na relação de bens confiscados pela Justiça Federal que faziam parte do patrimônio de João Arcanjo Ribeiro, o Comendador, acusado de liderar o crime organizado no Mato Grosso. A gestão de Bomfim foi marcada por sérios problemas, conforme revelou reportagem do site de VEJA . Em 25 de junho de 2015, por exemplo, ele sacou 22 milhões de reais do caixa do hotel para comprar uma fazenda de gado no Mato Grosso, sem aprovação do sócio minoritário Zanchet e sem comunicação inicial para a União e ao Ministério Público Federal – fatos reconhecidos pelo próprio Bomfim nos autos.

    No final de maio, a desembargadora federal Ângela Catão, Corregedora Regional da Justiça Federal da 1ª Região, ordenou o afastamento cautelar de Bomfim da gestão do Crowne Plaza, “a fim de evitar a possível prática de novos atos que possam implicar a malversação dos bens sob guarda”.. Mesmo após ser notificado da sua destituição, Bomfim continuou agindo como administrador, em flagrante desrespeito à ordem da corregedora. Essa foi a gota d´água para o Ministério Público Federal decretar a prisão preventiva de Bomfim. Em 18 de junho, ele foi levado ao Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), mas ficou pouco tempo por lá. Acabou transferido a um hospital da cidade após diagnóstico de coronavírus e no dia 23 acabou sendo beneficiado por um alvará de soltura.

    O afastamento de Bomfim da administração do Crowne Plaza não foi suficiente para resolver o imbróglio judicial do hotel. As pessoas nomeadas para substitui-lo possuem fortes conexões com Bomfim, conforme mostra a petição encaminhada no último dia 29 à corregedora Ângela Catão, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. O documento é assinado pelo advogado Nilson Pedro da Silva, que representa os interesses de Zilberto Zanchet, o sócio minoritário. Conforme demonstra Silva, os novos administradores, Ariadne Martins Fontes e Gilberto Gonçalo, atuam como advogados de Bomfim em outros processos. Além disso, Gonçalo é filho de um dos beneficiários de um arrendamento de terras feito por Bomfim. Por essas razões, é pedido à corregedora o afastamento dos novos administradores do Crowne Plaza. A petição denuncia ainda a nomeação da ex-braço direito de Bomfim, Lis Rejane, como representante da UTC, a empresa gestora do hotel em Orlando. A própria corregedora Ângela Catão já havia recomendado o afastamento dela do empreendimento.

    Responsável pela indicação dos sucessores de Bomfim, o juiz Paulo Cézar Alves Sodré, da 7ª Vara Federal do Mato Grosso, em comunicado enviado à VEJA, justificou-se dizendo que a decisão é transitória até que se possa escolher novos administradores judiciais de forma definitiva. Sobre a ligação de Bomfim com Fontes e Gonçalo, o magistrado afirma que os advogados perderam o vínculo profissional com ele. A respeito de Lis Rejane, Sodré diz que a escolha ocorreu também em caráter provisório. O juiz foi alvo de uma denúncia feita à corregedoria do Conselho Nacional de Justiça em abril. Segundo ela, Bomfim livrou-se de maiores complicações no caso da compra da fazenda por 22 milhões de reais no Mato Grosso graças à ajuda de Sodré. “Uma sofisticada organização criminosa cooptou um magistrado federal para encobrir os crimes, tentar maquiar de legalidade os atos praticados pelo interventor indicado por ele próprio e proteger os demais integrantes da referida organização, desviando e se apropriando de milhões de dólares, causando terrível prejuízo ao erário público e a União, além da vítima requerente”, afirma o documento enviado ao CNJ em abril pelo advogado Nilson Pedro da Silva.

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    Localizado na Universal Belvedere, ponto nobre de Orlando nos arredores do complexo de parques da Disney, o Crowne Plaza foi inaugurado em 2003 e tem 436 quartos, com diárias a partir de 300 dólares (podem chegar a 5 000 dólares no caso da suíte presidencial). O  empreendimento gera um faturamento mensal equivalente a 24,7 milhões de reais e lucro de quase 9 milhões de reais a cada trinta dias. Considerando-se que o governo brasileiro possui 65% do negócio, ele teria rendido aos cofres da União aproximadamente 90 milhões de reais ao longo de quinze anos. Ninguém sabe o que aconteceu com esse dinheiro.  O caso segue em discussão nos tribunais do Brasil e dos Estados Unidos.

    Fonte: veja.abril.com.br/politica/o-hotel-da-uniao-em-orlando-que-e-alvo-de-denuncias-graves-de-corrupcao

    Policial é a 21ª vítima da Covid-19 no sistema prisional de SP – São Paulo – iG

    Policial penal Roney Nascimento Foto: Reprodução/Sifuspesp Policial penal Roney Nascimento, de 47 anos, atuava como diretor de disciplina da Penitenciária II de Guarulhos

    O policial penal Roney Nascimento, 47, morreu vítima da Covid-19, nesta terça-feira (30). De acordo com o Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional de São Paulo (Sifuspesp), o servidor trabalhava como diretor de disciplina na Penitenciária Desembargador Adriano Marrey, em Guarulhos. Nascimento estava no sistema prisional do estado desde 1993 

    Por meio de nota, o sindicato da categoria inforomou que o policial penal é o 21º servidor penitenciário do estado a morrer infectado pelo vírus. Ainda segundo o sindicato, um levantamento mostra que já são 270 servidores penitenciários infectados até o momento e 84 casos suspeitos. 

    “Falta transparência por parte da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). Desde o início da pandemia temos reivindicado que a SAP informe o total de servidores infectados, mas isso não é feito. Na tentativa de esconder o problema, a secretaria acaba piorando a situação por não divulgar quantos e onde os servidores têm se infectado, o que é irresponsabilidade com a vida dos trabalhadores e trabalhadoras do sistema prisional, com a população carcerária e com a sociedade em geral”, critica Fábio César Ferreira, presidente do Sifuspesp.

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    Fábio citou ainda que o sindicato recebeu a denúncia de que há dois pavilhões interditados por conta de contágio pelo novo coronavírus, no Centro de Detenção Provisória (CDP) da Vila Independência, na Zona Leste da Capital. 

    Nos dados disponibilizads pela categoria, com 90 casos confirmados, dos quais 20 no Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Pacaembu, as unidades da Região Oeste são as que mais concentram infectados entre os servidores, seguida da capital e Região Metropolitana, com 81 casos, e em terceiro a Região Central paulista, com 51 confirmações.

    Na população carcerária, há 1019 detentos confirmados com a Covid-19, com 15 óbitos e outros 102 casos suspeitos, de acordo com mapeamento do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). 

    Procurada pela reportagem, a Secretaria de Administração Penitenciária esclareceu que o governo do estado iniciou a testagem em massa de populações vulneráveis, incluindo as pessoas privadas de liberdade.

    Por meio de nota, a pasta informou que o projeto piloto foi realizado na Penitenciária II de Sorocaba e as próximas unidades contempladas serão definidas em planejamento técnico dos órgãos de saúde, considerando a existência de casos confirmados nos presídios, inclusive entre funcionários.

    “A Pasta realiza uma busca ativa para casos similares à Covid-19 em toda a população prisional, além da aquisição de termômetros infra vermelho e de oxímetro digital portátil. Estamos seguindo ainda as determinações do Centro de Contingência do coronavírus e avaliamos permanentemente o direcionamento de ações para o enfrentamento do problema. Medidas de higiene e distanciamento preconizados pelos órgãos de saúde foram aplicadas, foram suspensas as atividades coletivas; realizada a busca ativa para casos similares à Covid-19; a limpeza das áreas foi intensificada; a entrada de qualquer pessoa alheia ao corpo funcional foi restringida; foi determinada a quarentena para os presos que entram no sistema prisional; realizado o monitoramento dos grupos de risco; além de ampliação na distribuição de produtos de higiene, álcool em gel e sabonete e Equipamento de Proteção Individual, como já informado.

    Informamos que em todo Estado, até o momento, tivemos entre presos 207 casos confirmados por exame PCR de Covid-19, sendo que 15 destes faleceram da doença. Outros 408 tiveram resultado postivo em exame sorológico (Teste Rápido). Outros 77 estão em isolamento com suspeita sem confirmação. Os servidores em contato com o paciente devem usar mecanismos de proteção padrão, como máscaras e luvas descartáveis. Se confirmado o diagnóstico, além de continuar seguindo os procedimentos indicados, o preso será mantido em isolamento na enfermaria durante todo o período de tratamento e encaminhados para atendimento hospitalar em caso de agravamento.

    Entre servidores, até o momento, 300 testaram positivo em exame de PCR para Covid-19, sendo que 18 faleceram. Outros 255 testaram positivo na modalidade de Teste Rápido. Outros 283 seguem afastados com suspeita sem confirmação. Todo servidor com suspeita de diagnóstico de Covid-19 está devidamente afastado sob medidas de isolamento em sua residência, conforme orientações do Comitê de Contingência do coronavírus e a Secretaria acompanha seu quadro clínico, fornecendo todo o suporte necessário para sua recuperação.”

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2020-06-30/policial-de-47-anos-e-a-21-vitima-da-covid-19-no-sistema-prisional-de-sp-diz-sindicato.html

    TSE decide manter abertas ações que pedem cassação da chapa presidencial | VEJA

    O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, na noite desta terça-feira, 30, por 4 votos a 3, não arquivar duas ações que pedem a cassação da chapa do presidente Jair Bolsonaro e do vice-presidente Hamilton Mourão. Com a decisão, será reaberta a fase de produção de provas para tentar comprovar o suposto abuso de poder na campanha presidencial de 2018.

    A Justiça eleitoral vai seguir com a investigação se a chapa vencedora das eleições presidenciais em 2018 tirou vantagem de um ataque hacker ao grupo “Mulheres Unidas contra Bolsonaro” no Facebook, que foi responsável por lançar o movimento #EleNão.

    Depois da invasão, a página foi rebatizada como “Mulheres COM Bolsonaro #17”. Beneficiado pela mudança, o então candidato Jair Bolsonaro publicou em suas redes sociais um “print” da comunidade virtual, acompanhado de um texto de agradecimento.

    As ações para investigar o episódio foram apresentadas pelas campanhas dos então candidatos à Presidência da República Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (PSOL).

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    Atualmente, ainda existem outras seis Ações de Investigação Judicial Eleitoral abertas contra a chapa presidencial. Nos bastidores, as duas discutidas nesta noite são consideradas mais frágeis. Contudo, a decisão tomada pelos magistrados é vista como precedente importante para as outras quatro ações em curso.

    Se a chapa Bolsonaro-Mourão for cassada ainda neste ano pelo TSE, novas eleições deverão ser convocadas. Caso o presidente e o vice sejam cassados pelo tribunal em 2021 ou 2022, o Congresso Nacional irá escolher o novo chefe do Planalto. Até hoje, o TSE jamais cassou um presidente da República.

    Fonte: veja.abril.com.br/politica/tse-decide-manter-abertas-acoes-que-pedem-cassacao-da-chapa-presidencial

    Para homenagear profissionais, filho de paciente faz ‘festa’ – Último Segundo – iG

    hospital Divulgação/Sesapi Para agradecer pelos cuidados dedicados à mãe, filho levou bolo ao hospital de campanha

    Os profissionais do Hospital de Campanha Estadual (HCE), em Teresina, receberam uma surpresa carinhosa como agredecimento pelos cuidados dedicados durante a pandemia. Ao receber a mãe, Helena Machado, em seu dia de alta da Covid-19, o filho da paciente levou um bolo em homenagem à equipe.

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    De acordo com Francisco Cleiton, responsável pela homenagem, o gestou foi uma forma de reconhecer o trabalho de risco dos profissionais da linha de frente. Confeitado, o bolo contava com figuras de médicos, enfermeiros, maqueiros e equipe de limpeza.

    A enfermeira Rebeca Monteiro, que participou dos cuidados da paciente, disse que o bolo foi uma atitude simples e emocionante. “Pra gente foi uma forma de reconhecimento. Ficou todo mundo feliz de ser lembrado nesse momento tão importante, em que deixamos nossas casas para estar na linha de frente, correndo riscos”, disse.

    Os profissionais do Hospital de Campanha Estadual (HCE), em Teresina, receberam uma surpresa carinhosa como agredecimento pelos cuidados dedicados durante a pandemia. Ao receber a mãe, Helena Machado, em seu dia de alta da Covid-19, o filho da paciente levou um bolo em homenagem à equipe.

    De acordo com Francisco Cleiton, responsável pela homenagem, o gestou foi uma forma de reconhecer o trabalho de risco dos profissionais da linha de frente. Confeitado, o bolo contava com figuras de médicos, enfermeiros, maqueiros e equipe de limpeza.

    A enfermeira Rebeca Monteiro, que participou dos cuidados da paciente, disse que o bolo foi uma atitude simples e emocionante. “Pra gente foi uma forma de reconhecimento. Ficou todo mundo feliz de ser lembrado nesse momento tão importante, em que deixamos nossas casas para estar na linha de frente, correndo riscos”, disse. 

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/2020-06-30/para-homenagear-profissionais-filho-de-paciente-leva-bolo-para-hospital.html

    Ministério da Educação: A disputa pela cadeira (nunca ocupada) de Decotelli | VEJA

    Cinco dias depois de ser nomeado e ter três qualificações acadêmicas questionadas (um mestrado acusado de plágio, um doutorado sem tese e um pós-doutorado inexistente), o ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, entregou sua carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro. E não são poucos os grupos do Planalto de olho na cadeira da qual o professor sequer chegou a tomar posse.

    De um lado, a ala militar “raiz”, que teve forte atuação no plano de governo de Bolsonaro, participou da transição e acabou limada pelo colombiano Ricardo Vélez-Rodriguez, luta pelos nomes do cientista político Antônio Flávio Testa e de Marcus Vinícius de Carvalho, que chegou a ser presidente do Inep na gestão de Vélez. Do outro, a ala ideológica, liderada por Eduardo e Carlos Bolsonaro e apoiada pelos seguidores de Olavo de Carvalho, faz campanha pela atual secretária de alfabetização, Ilona Becskeházy.

    Na tarde desta terça-feira, outros dois nomes começaram a circular em Brasília. Um deles é o cientista da religião Gilberto Garcia, ligado à Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), indicado por Onyx Lorenzoni (Cidadania) que por sua vez, chegou a Garcia através do empresário Antônio Veronezi. Por fim, o ex-presidente da Capes, Anderson Lopes, também aparece entre os cotados. Ele chegou ao MEC ainda na gestão de Vélez e, atualmente, é presidente do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

    Fonte: veja.abril.com.br/educacao/a-disputa-pela-cadeira-nunca-ocupada-de-decotelli

    STJ nega pedido da defesa de Sérgio Cabral para prisão domiciliar – Brasil – iG

    Sérgio Cabral Paulo Araújo/Agência O Dia Sérgio Cabral tem pedido de prisão domiciliar negado

    Por unanimidade, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido da defesa do ex-governador Sergio Cabral para que ele deixasse a cadeia e ficasse em prisão domiciliar em razão da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

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    Alvo da Lava-Jato do Rio de Janeiro, Cabral está preso preventivamente desde novembro de 2016. Atualmente ele está encarcerado em Bangu 8.

    A defesa havia argumentado que as unidades prisionais podem ser um grande fogo de contágio de covid-19. Também sustentou que ele não é um preso perigoso e poderia ficar em casa. Na Justiça do Rio, o pedido já havia sido negado. Assim, apresentou recurso ao STJ.

    Na Corte, o relator, ministro Rogerio Schietti, negou duas vezes a solicitação antes de levar o caso para julgamento na Sexta Turma, composta por cinco ministros, que referendou sua decisão.

    Schietti destacou que Cabral está em uma unidade prisional sem foco de contágio do novo coronavírus. Segundo o ministro, o local foi reformado e abriga apenas detentos de nível superior, não havendo notícia de superlotação.

    Schietti afirmou ainda que Cabral pode receber na prisão o tratamento adequado para a síndrome metabólica que, de acordo com a defesa, acomete o ex-governador.

    O relator também afirmou que Cabral é “dotado de inusual periculosidade, com vários registros criminais e condenações, ainda não definitivas, que somam centenas de anos de reclusão.” E disse que os crimes atribuídos a ele são de “magnitude ímpar”, tendo contribuído para a crie econômica do Rio.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-06-30/stj-nega-pedido-de-prisao-domiciliar-de-sergio-cabral-ex-governador-do-rio.html

    Justiça manda prender acusado de tentar extorquir governador João Doria | VEJA

    O juiz Carlos José Julian, da 1ª Vara Criminal de São Paulo, decretou a prisão preventiva de Hércules Cordeiro Torres, acusado de tentar extorquir 5 milhões de reais do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

    De acordo com as investigações, Torres fez as ameaças enviando mensagens de texto e áudio a uma rede social de Bia Doria, esposa do governador, pedindo dinheiro para que uma facção criminosa não matasse o chefe do Executivo paulista.

    Ouvido pela polícia, o homem confessou que havia feito as ameaças, mas alegou que pretendia apenas assustar o governador e sua família.

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    Torres já está preso preventivamente desde maio por um crime semelhante: ameaça de morte e tentativa de extorsão do ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, a quem pediu 3 milhões de reais.

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    A defesa de Doria comemorou a decisão. “Quem ultrapassar a crítica extorquindo, ameaçando ou ofendendo a honra do governador será responsabilizado criminalmente por sua conduta e cumprirá pena de prisão”, afirmou o advogado Fernando José da Costa.

    Fonte: veja.abril.com.br/politica/justica-manda-prender-acusado-de-tentar-extorquir-governador-joao-doria