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Funcionário da Semana: Camilo Santana, a renovação dentro do petismo | VEJA

Podcasts Funcionário da semana – Camilo Santana 00:00 20:42

Afilhado político dos irmãos Ciro e Cid Gomes, do PDT, o petista Camilo Santana é um dos defensores da renovação e da autocrítica dentro do Partido dos Trabalhadores. Tanto que foi uma das poucas vozes dentro do PT favoráveis a uma chapa encabeçada por Ciro Gomes com Fernando Haddad de vice, o que lhe rendeu uma certa impopularidade dentro da sigla.

Governador do Ceará, Camilo também já teve suas rusgas com o governo federal. O estado que comanda foi um dos primeiros a determinar barreiras nas divisas com outros estados para aumentar a fiscalização sanitária por causa do coronavírus. A medida desagradou o presidente Jair Bolsonaro, que passou a criticar mais abertamente não só Camilo, mas todos os outros governadores. Ao mesmo tempo, o petista também já teve momentos de colaboração com o governo federal, especialmente para solucionar problemas como a greve dos policiais e os conflitos na segurança pública.

Conheça os detalhes de cada etapa da história de Camilo Santana em mais uma edição do podcast Funcionário da Semana:

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    Fonte: veja.abril.com.br/podcast/camilo-santana-a-renovacao-dentro-do-petismo

    Casa Branca sugere que testes positivos aumentam com a idade – Mundo – iG

    trump arrow-options Shealah Craighead/Official White House Ele expressou sua relutância em esperar por testes nacionais abrangentes antes de reabrir o país para os negócios e a vida social novamente

    A força-tarefa da Casa Branca que combate o coronavírus divulgou, nesta quinta-feira (09), uma análise dos dados dos testes, que mostravam como o vírus está atingindo diferentes faixas etárias, confirmando ainda que as pessoas mais velhas têm maior probabilidade de contrair a doença.

    Entre as pessoas que foram testadas:

    11% dos menores de 25 anos deram positivo.

    17% das pessoas entre 25 e 45 anos deram positivo.

    21% das pessoas entre 45 e 65 anos deram positivo.

    22% das pessoas entre 65 e 55 deram positivo.

    24% das pessoas com mais de 85 anos deram positivo.

    Os resultados também dão uma ideia do número de pessoas que apresentam sintomas equivalentes a uma doença respiratória, mas não estão infectadas com o coronavírus, disse Deborah Birx, coordenadora de resposta ao coronavírus da Casa Branca.

    Os testes são fornecidos se as pessoas apresentarem sintomas como tosse seca, febre ou falta de ar. As mulheres são um pouco mais propensas a fazer o teste do que os homens, embora eles pareçam ser mais suscetíveis ao coronavírus, disse Birx. Entre as mulheres que foram testadas, apenas 16% deram positivo, enquanto 23% dos homens testados tiveram infecções por coronavírus.

    Os dados, apesar de perturbadores, não são uma surpresa . Tendências semelhantes foram observadas na China e na Itália, onde os homens foram infectados e sucumbiram ao coronavírus com taxas mais altas do que as mulheres.

    Mas um americano, em especial, não parecia tão empolgado com os testes em larga escala: o presidente Donald Trump.

    Ele expressou sua relutância em esperar por testes nacionais abrangentes antes de reabrir o país para os negócios e a vida social novamente. Embora se gabasse de que os testes aumentaram drasticamente nos últimos dias, Trump disse que seria implausível esperar que todo o país pudesse ser rastreado quanto ao vírus como condição para restaurar o cotidiano.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2020-04-09/casa-branca-sugere-que-testes-positivos-aumentam-com-a-idade.html

    ‘Paciente pode trocar de médico’: Bolsonaro dá recado a Mandetta em live | VEJA

    O presidente Jair Bolsonaro começou sua tradicional live nesta quinta-feira, 9, dizendo que não iria falar sobre alguns ministros: “Quem está esperando eu falar do Mandetta, do Osmar Terra e do Onyx pode passar para outra live. Não vai ter esse assunto não”.

    Mas o chefe do Planalto não aguentou muito tempo e, sem mencionar Luiz Henrique Mandetta, afirmou que “médico não abandona paciente, mas paciente pode trocar de médico”, fazendo uma alusão à frase dita pelo ministro da Saúde quando respondeu sobre uma possível saída da pasta, de que “médico não abandona paciente”. Bolsonaro aproveitou a presença do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, para perguntar se ele já havia trocado de médico alguma vez, ouvindo uma resposta positiva de Guimarães.

    O presidente também voltou a citar o cardiologista Roberto Kalil para defender o uso da hidroxicloroquina em outra indireta, esta direcionada ao governador de São Paulo, João Doria, e ao infectologista David Uip, que se recusou a falar sobre o uso da substância em seu tratamento contra o coronavírus: “Ontem mesmo eu havia conversado com o doutor Kalil, que diferentemente daquele outro cara, o outro colega, que é ligado ao governador, falou que usou e também ministrou a pacientes.”

    Bolsonaro voltou a defender o fim do isolamento social amplo para pessoas fora dos grupos de risco da Covid-19, como idosos e pessoas com doenças crônicas. “Por mim, quem tem menos de 40 anos já estaria trabalhando, porque nós deveríamos, no meu entender, partir para o isolamento vertical”, disse.

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    O presidente lembrou decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que assegurou a autonomia de governos estaduais e prefeituras para determinar medidas de fechamento de comércio e isolamento social, e disse que quem se sente prejudicado por essas decisões deve cobrar os governadores e prefeitos. Ainda de acordo com presidente, no entanto, alguns estados e cidades já estão retomando as atividades, como ele defende.

    “Eu tenho certeza que brevemente isso tudo estará resolvido. Tenho notícias que alguns governadores, alguns prefeitos também, [em] cidades que não tem ninguém detectado com o vírus, está sendo liberado [o comércio] pelo respectivo governador”, afirmou.

    Bolsonaro afirmou ainda que espera a normalização da atividades do país em menos de “três ou quatro” meses, para não haver, segundo ele, uma complicação no cenário econômico. Ao citar os gastos de cerca de R$ 600 bilhões para programas de combate à pandemia do novo coronavírus e manutenção de empregos e renda das empresas, o presidente comparou a situação às margens de um rio após a destruição de uma ponte.

    “Estamos com esses R$ 600 bilhões mantendo a comunicação com as duas margens do rio, só que temos um limite, acredito que três meses ou quatro meses fica complicado, então a gente espera que as atividades voltem antes disso”, disse.

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    Com Agência Brasil

    OUÇA OS PODCASTS DE VEJA

    Já ouviu o podcast “Funcionário da Semana”, que conta a trajetória de autoridades brasileiras? Dê “play” abaixo para ouvir a história, os atos e as polêmicas do ministro Luiz Henrique Mandetta. Confira também os outros episódios aqui.

    Fonte: veja.abril.com.br/politica/paciente-pode-trocar-de-medico-bolsonaro-da-recado-a-mandetta-em-live

    Mulher de 101 anos de idade burla quarentena para visitar a filha – Mundo Insólito – iG

    polícia arrow-options Reprodução/Twitter Os policiais alemães desconfiaram da versão dada pela idosa

    Uma mulher de 101 anos fugiu de uma casa de repouso para visitar sua filha no aniversário dela, informou a polícia alemã. Os policiais a interceptaram depois que ela escapou por uma saída de emergência no norte da Alemanha.

    A polícia de Brunswick disse que a idosa empreendedora se perdeu tentando achar o endereço no subúrbio da cidade. Embora ela alegasse morar com a filha, os policiais suspeitaram da versão.

    A idosa foi levada para a casa de repouso, onde a filha explicou que sua mãe havia se mudado para lá apenas duas semanas antes e estava “sentindo saudade”.

    Segundo as autoridades, a centenária  conseguiu ver sua filha – pela janela da viatura – antes de ser levada de volta.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/mundo/mundo-insolito/2020-04-09/mulher-de-101-anos-de-idade-burla-quarentena-para-visitar-a-filha.html

    Disney frustra planos de Dana White e UFC 249 é adiado | VEJA

    A intenção de Dana White, presidente do UFC, de ignorar a paralisação de grandes eventos esportivos em meio à pandemia de coronavírus. foi frustrada nesta quinta-feira 9. O UFC 249, que estava marcado para o dia 18 de abril, em uma reserva indígena na Califórnia, nos Estados Unidos, teve de ser adiado, por pressão da Disney, que é proprietária da ESPN, emissora detentora dos direitos de transmissão. As fortes críticas à jogada de marketing de Dana White fizeram as empresas envolvidas recuarem.

    “Hoje, recebemos uma ligação do mais alto nível possível da Disney e da ESPN. Os poderes de lá me pediram para recuar e não fazer este evento no sábado que vem”, afirmou Dana White à própria ESPN. Pouco depois, o UFC oficializou a decisão, dizendo que não só o UFC 249, mas todos os outros eventos previstos estão adiados até segunda ordem.

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    Comunicado sobre o #UFC249

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    A post shared by UFC (@ufc_brasil) on Apr 9, 2020 at 3:42pm PDT

     

    As críticas à realização das lutas aumentaram nesta quinta depois que a lutadora americana Rose Namajunas anunciou que deixaria a sua luta contra a brasileira Jéssica Andrade “Bate Estaca”, devido à morte de dois parentes, vítimas da Covid-19. Além disso, uma senadora californiana, Dianne Feinstein condenou duramente a intenção do UFC de realizar o evento no Tachi Palace Casino Resorts.

    Sediar o evento num cassino dentro de uma reserva indígena, a cerca de 300 quilômetros de Los Angeles, foi a forma encontrada por Dana White para driblar as restrições impostas por autoridades federais e estaduais que proibiram a realização de eventos esportivos no país. O cassino pertence à tribo Tachi-Yokut, parte da comunidade indígena Santa Rosa, cuja autonomia é reconhecida pelo governo federal americano, e que, portanto, mantém suas próprias regras.

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    O UFC realizou eventos com portões fechados, como o UFC Fight Night em Brasília, em 14 de março, e precisou adiar outros três eventos em março e abril. Desde então, a organização uniu suas forças para manter o UFC 249, que estava previsto para ocorrer no Barclays Center, no Brooklyn. Com a ausência de outras ofertas de eventos esportivos ao vivo, Dana White acreditava que obteria números ainda melhores com a venda de pay-per-view.

    Dana White chegou a garantir que o evento em meio à pandemia não colocaria nenhum dos envolvidos em risco. Segundo ele, lutadores, treinadores, juízes e profissionais da transmissão já foram submetidos a exames e não estão infectados, e novos testes serão feitos no dia do evento.

    Em entrevista a VEJA, o brasileiro Ronaldo Jacaré, que enfrentaria o jamaicano Uriah Hall, pelo peso-médio, disse confiar na organização. “Não só eu, o mundo todo está preocupado com o coronavírus, ninguém está imune. Mas tenho certeza de que o UFC vai cuidar da nossa saúde, como sempre fez”, afirmou o lutador capixaba de 40 anos.

    Jacaré afirmou que nenhum atleta foi obrigado a participar do evento por questões contratuais. “Só vai quem quer, o Dana deixou aberta a possibilidade de não participar. Vejo que muita gente segue trabalhando e eu também tenho filhos e contas a pagar”, afirmou. Nesta quinta-feira, Dana White assegurou que vai recompensar os lutadores que tiveram seus combates cancelados e manteve seu compromisso de promover 42 eventos em 2020.

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    “Quero que todos os meus lutadores que estão sob contrato se sintam seguros, passem tempo com suas famílias e aproveitem este tempo. Não se preocupem com a parte financeira disso. Todos vão receber as lutas do seu contrato e vou ajeitar tudo com quem estava disposto a lutar em 18 de abril”, afirmou. Dana garantiu ainda que o UFC será “o primeiro esporte a voltar”.

    A luta principal do UFC 249 seria inicialmente o aguardado duelo entre o russo Khabib Nurmagomedov e o americano Tony Ferguson, valendo o cinturão dos leves. O atleta europeu, no entanto, foi obrigado a seguir isolado em seu país e teve de ser substituído pelo americano Justin Gaethje, em luta que valeria o título interino.

    Tachi Palace Casino Resort, local onde será realizado o UFC 249 //Divulgação

     

    Fonte: veja.abril.com.br/esporte/disney-frustra-planos-de-dana-white-e-ufc-249-e-adiado

    O primeiro ‘cara a cara’ de Bolsonaro e Caiado após o rompimento | VEJA

    Está marcado para este sábado, em Águas Lindas de Goiás, município do entorno do Distrito Federal, o primeiro encontro de Jair Bolsonaro com o governador goiano Ronaldo Caiado.

    Caiado rompeu relações com Bolsonaro no mês passado, depois de o presidente sabotar a política de isolamento social defendida pelo Ministério da Saúde como ferramenta de combate ao coronavírus.

    Caiado foi convidado formalmente pelo cerimônial do Planalto por ser governador do estado que abriga um dos primeiros hospitais de campanha do governo montados para receber doentes durante a pandemia.

    Os políticos vão visitar as obras, por ora, porque o hospital mesmo só estará pronto para funcionar em algumas semanas.

    Fonte: veja.abril.com.br/blog/radar/o-primeiro-cara-a-cara-de-bolsonaro-e-caiado-apos-o-rompimento

    Em missa, Papa faz homenagem a sacerdotes mortos por Covid-19 – Mundo – iG

    Papa Francisco arrow-options Gabriel Andrés Trujillo Escobedo Papa Francisco rezou missa de Última Ceia de Jesus

    Nesta quinta-feira, 9, o Papa Francisco prestou homenagem aos sacerdotes que morreram amparando infectados pela Covid-19 na Itália. Ele também citou médicos e enfermeiros como “santos da porta ao lado”. A fala aconteceu em missa da Última Ceia de Jesus, ocasião em que lavou os pés dos apóstolos e instituiu a Eucaristia antes de morrer.

    Leia também: Papa Francisco dá bênção com crucifixo da época da peste negra

    “Não posso deixar passar esta missa sem recordar os sacerdotes”, disse o pontífice. “Mais de 6 padres morreram na Itália. […] Sacerdotes que oferecem suas vidas pelo Senhor, sacerdotes que são servidores”. Foram 96 mortes de sacerdotes italianos, de acordo com contagem do episcopado Avvenire.

    Leia também: Papa Francisco diz que pandemia pode ser resposta da natureza

    A missa aconteceu com a basílica de São Pedro vazia por conta da pandemia, mas foi transmitida. Na ocasião, o Papa relatou que sacerdotes o procuraram para informar que sofreram insultos por escândalos de abusos sexuais envolvendo a Igreja católica. “Alguns me disseram que não podem sair com o colarinho clerical porque são insultados. É preciso perdão e saber perdoar”, disse.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2020-04-09/em-missa-papa-faz-homenagem-a-sacerdotes-mortos-por-covid-19.html

    Documentário Fenômeno Sertanejo mostra o milionário gênero musical | EXAME

    Marília Mendonça

    Marília Mendonça: cantora é uma das que fez lives durante a pandemia do coronavírus (Facebook/Reprodução)

    O canal Music Box Brasil começa a apresentar nesta quinta-feira, 9, às 22h, a série Fenômeno Sertanejo. Dividido em dez episódios o documentário mapeia esse gênero musical, que é atualmente um dos mais rentáveis, transformando seus intérpretes em ídolos milionários.

    Surgida no início do século 20, a primeira gravação do gênero feita por Cornélio Pires em 1929. Foi ele o responsável pelo lançamento do primeiro LP, que chegou a vender mais de 25 mil cópias. A partir daí, surgiram as primeiras duplas sertanejas, como Tonico & Tinoco, em 1940.

    Com o passar do tempo, a escala musical mudou, os rumos desse gênero foi enveredando para o que agora conhecemos como música sertaneja. Nos anos 1980, apareceram novas duplas, como Chitãozinho & Xororó, que atingiram o topo da parada com a música Fio de Cabelo. Na esteira deles, na década seguinte, entraram no cenário Zezé di Camargo & Luciano e Leandro & Leonardo. Com grande número de fãs e vendas em alta, eles se uniram no projeto Amigos.

    Entrando nos anos 2000, chegam as duplas do sertanejo universitário, que tem nomes como João Bosco & Vinícius. Destaca-se também o protagonismo feminino, com nomes com Maiara & Maraísa, Naiara Azevedo e Marília Mendonça.

    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

    Fonte: exame.abril.com.br/estilo-de-vida/documentario-fenomeno-sertanejo-mostra-o-milionario-genero-musical

    Frente para reforçar ação contra Covid-19 atrai 1 milhão de profissionais | VEJA

    Os longos dias de quarentena impostos pela pandemia do coronavírus têm imposto uma dose extra de sofrimento para a estudante de medicina Rebeca Raucci Meireles, de 23 anos. “É difícil para nós, que temos algum conhecimentos para atender as pessoas, ficar em casa sem fazer nada”, diz ela, que cursa o 5º ano na PUC Campinas. Rebeca está entre os cerca de 1 milhão de profissionais da saúde que se inscreveram em uma frente emergencial que está sendo montada pelo Ministério da Saúde para reforçar o efetivo no combate à Covid-19.

    Poderão se inscrever profissionais das mais diversas áreas, como dentistas, veterinários, educadores físicos e psicólogos, entre outros – além de estudantes de medicina -, que irão compor uma espécie de banco de voluntários para suprir as baixas previstas no efetivo da saúde pública. Segundo o ministério, a perspectiva é que 45% dos médicos e enfermeiros da rede sejam afastados por contaminação ao longo das próximas semanas de pandemia. Além disso, 30% desse contingente estão fora do trabalho por pertencer ao grupo de risco. Os cadastrados têm passado por uma qualificação online, por meio de vídeos com instruções sobre como atender e manejar pacientes com sintomas da Covid-19. Caberá aos estados e municípios convocar esses cadastrados conforme a necessidade se impor nos postos de saúde e hospitais.

    Essa é a segunda iniciativa do Ministério da Saúde em poucas semanas para aumentar às pressas a capacidade de atendimento na saúde pública desde o início da pandemia. Há cerca de um mês, a pasta comandada pelo ministro Luiz Henrique Mandetta ressuscitou o Mais Médicos e voltou a abrir vagas após dois anos de paralisação do programa iniciado em 2013 pela ex-presidente Dilma Rousseff. Até esta quinta-feira, 9, apareceram candidatos para preencher 81% das 5.757 vagas disponíveis. A previsão é que os postos de trabalho comecem a ser ocupados a partir do dia 16. O chamamento incluiu a possibilidade de contratar 1.800 médicos cubanos que permanecem no país, mas afastados do exercício da medicina, após o fim do acordo entre os governos brasileiro e cubano. Os candidatos estrangeiros, porém, só vão ser considerados caso sobrem vagas após as cinco rodadas de contratação previstas.

    As duas inciativas – convocação de voluntários e retomada do Mais Médicos – evidenciam também a realidade precária da saúde pública no país, que sofre com um grande déficit de profissionais, principalmente, em cidades distantes dos grandes centros urbanos. Em um ambiente de epidemia como o atual, o problema crônico tende a ganhar ares de tragédia. “São iniciativas que claramente apontam para aumentar a capacidade de atendimento, o que é bem-vindo”, diz Pedro Tourinho, professor de Saúde Pública da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

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    Mandetta já vinha tentando modificar o Mais Médicos para aproximá-lo das exigências do governo Jair Bolsonaro. Entre as principais mudanças está o formato de contratação proposto pelo ministro, que foi barrado pela Justiça. Para oferecer vínculo empregatício aos interessados, ao contrário do modelo original, o ministro impôs a necessidade de os médicos assinarem um contrato com o governo com base na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Para isso, seria criada uma espécie de agência de empregos para distribuir os selecionados para as vagas, o que foi vetado na Justiça por se tratar da previsão de contratação de uma empresa privada para gerir recursos públicos sem licitação. Mandetta tentava reverter essa situação quando foi surpreendido pela pandemia no país, o que o obrigou a retomar o esquema antigo de contratação, inclusive com a perspectiva de chamar os médicos cubanos caso todas as vagas não sejam preenchidas.

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    Apesar das mudanças pretendidas pelo atual governo, o Mais Médicos continua a todo vapor, com 60.000 profissionais atuantes, sendo 270 estrangeiros – dez deles cubanos. Uma delas é Maireilys Alvarez Rodríguez, que trabalha numa UBS (Unidade Básica de Saúde) em Santa Rita, no interior do Maranhão. Ela continua no programa graças a uma liminar da Justiça que a autorizou a trabalhar, mesmo sem o Revalida, outra nova exigência aos médicos estrangeiros que quiserem participar do programa.

    O seu contrato, no entanto, acaba em maio, e ela teme seguir o mesmo caminho dos conterrâneos. “Estamos esperando sermos chamados. Estamos prontos para atendermos às pessoas, ainda mais neste momento em que os postos não têm médico e a população precisa mais”, disse ela a VEJA. A reportagem conversou com outros dois cubanos, que trabalham em farmácia e pretendem voltar aos Mais Médicos o quanto antes. Eles preferiram não se identificar porque ainda temem represália do governo cubano, que tomava 70% do salário deles. 

    Enquanto isso, as prefeituras das cidades mais pobres no Brasil sofrem com a falta de médicos causada pela saída dos cubanos . “Depois que eles foram embora, abrimos muitos editais. Até houve muitas inscrições, mas ninguém apareceu para trabalhar”, resumiu Alberto Beltrame, diretor do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde.

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    Apesar dos esforços do ministério para manter o efetivo médico à altura das exigências que se avizinham na saúde pública com as projeções de crescimento de casos de coronavírus, a perspectiva não é das melhores: dos cerca de 1 milhão de cadastrados para integrar a frente de atendimento, apenas 280.000 profissionais se dispuseram a atuar diretamente no combate à Covid-19. 

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    Fonte: veja.abril.com.br/brasil/frente-do-governo-para-reforcar-acao-contra-o-coronavirus-atrai-um-milhao

    Noivos, pastor e convidados são presos por violarem a quarentena – Mundo Insólito – iG

    A couple arrested on their wedding day at Nseleni in KwaZulu-Natal for violating the lockdown rules and regulations as they decided not to postpone their big day 1 pic.twitter.com/lyWCpaTUT0

    — Mzilikazi wa Afrika (@IamMzilikazi) April 5, 2020

    Na manhã do último domingo (05), uma noiva, um noivo, um pastor e 50 convidados de um casamento foram presos em KwaZulu-Natal, na África do Sul, por violarem o bloqueio de coronavírus do país, que inclui a proibição nacional de reuniões públicas.

    A polícia local chegou após receber uma denúncia anônima. “Um casal foi preso no dia do casamento em Nseleni, por violar as regras de bloqueio, já que decidiu não adiar o ‘grande dia'”, escreveu o jornalista africano Mzilikazi wa Afrika em seu Twitter, com um vídeo do casal recebendo no carro da polícia.

    casal arrow-options Divulgação/Twitter Um casal foi preso no dia do casamento em Nseleni, na África do Sul, por violar as regras de bloqueio, já que decidiu não adiar o “grande dia”

    Após as prisões, Mduduzi Mhlongo, prefeito de uMhlathuze, onde aconteceu o casamento, divulgou um comunicado criticando o povo por violar a quarentena .

    “Prendemos 50 pessoas em um casamento ilegal na eNseleni. Também prendemos um pastor que estava oficializado na cerimônia e todos os que estavam presentes. Queremos fazer um apelo ao nosso povo para ouvir o que o governo está dizendo. O número de pessoas infectadas com o coronavírus está aumentando e é por isso que é tão importante que fiquem em casa. Louvamos aqueles que ouviram as instruções”, disse Mhlongo, de acordo com a agência de notícias sul-africana Independent Media.

    Outro incidente semelhante ocorreu na semana passada, com um segundo casal sendo preso por organizar um casamento durante o confinamento de coronavírus na África do Sul.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/mundo/mundo-insolito/2020-04-09/noivos-pastor-e-convidados-sao-presos-por-violarem-a-quarentena.html