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A ruidosa onda dos olhos artificialmente puxados | VEJA

Mesmo em tempo de rostos cobertos por máscaras, a maquiagem (fora o batom, claro) não perde espaço entre as mulheres. E, por razões evidentes, as mais criativas são as que destacam os olhos. Nenhuma tem feito mais sucesso nas redes sociais do que a chamada de foxy eyes, ou olhos de raposa. Trata-­se de alongar a expressão com a combinação elaborada de traços desenhados com sombra, delineador e cílios postiços (veja o quadro).

O modismo é uma versão repaginada do antigo efeito “gatinho”, marca registrada da atriz francesa Brigitte Bardot na década de 60. Há pouco tempo, a americana Bella Hadid, eleita “modelo do ano” pela premiação Model of the Year Awards, ressurgiu com traços semelhantes, mas bem mais carregados e sensuais, e o estilo renasceu ruidosamente. Mas, como nada hoje é apenas prazeroso, veio junto uma acalorada discussão.

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Nas últimas semanas, o efeito passou a ser alvo de críticas de grupos de mulheres orientais, que denunciaram uma suposta “apropriação cultural”. Ou seja: o foxy eyes estaria utilizando traços raciais, como os olhos puxados, para angariar likes em fotos. Polêmicas dessa ordem são comuns. Denúncias semelhantes foram direcionadas recentemente a mulheres brancas que usavam turbante ou tranças enraizadas, que remetem à cultura africana.

E, no entanto, nunca é tarde para lembrar, a aplicação de delineadores para alongar os olhos nasceu como uma prática absolutamente funcional nos tempos de Cleópatra, rainha do Egito, compartilhada por ambos os sexos, como modo de proteção dos raios solares. Diz o professor de história da moda na Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), João Braga: “Divulgar belezas diferentes, independentemente da raça, não deve ser discriminado, mas celebrado”. Viva a diversidade.

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Publicado em VEJA de 8 de julho de 2020, edição nº 2694

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    Fonte: veja.abril.com.br/entretenimento/a-ruidosa-onda-dos-olhos-artificialmente-puxados

    Câmera medirá temperatura dos passageiros do metrô de São Paulo – Brasil – iG

    metrô são paulo Ricardo Galuppo / Imagem de arquivo Uso de máscaras se tornou obrigatório nos transportes coletivos de São Paulo

    A implantação de um sistema que consegue medir a temperatura dos passageiros do metrô de São Paulo está sendo testada. Uma câmera foi instalada nesta quinta-feira (2) em uma catraca localizada na estação da Sé, no centro da capital paulista.

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    Os passageiros que registrarem t emperatura acima de 37,5ºC serão impedidos de entrar. A temperatura alta é um dos sintomas da Covid-19 e o sistema é uma tentativa de evitar a disseminação do novo vírus nos transportes coletivos.

    O sistema funciona com base em um monitor , que gera um alerta assim que percebe temperaturas elevadas. Um funcionário do metrô vai se deslocar para o local com o intuito de encaminhar o passageiro febril para um posto de saúde.

    Até 2 mil pessoas por minuto conseguem ser avaliadas pelo sistema, que possui sensores faciais e identificam o rosto da pessoa e se ela está de máscara.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-07-03/camera-vai-medir-temperatura-dos-passageiros-no-metro-de-sao-paulo.html

    O apogeu da “geração canguru”, de filhos que não saem de casa | VEJA

    Conquistar o diploma universitário, arranjar emprego, sair da casa do pais. Eis um desenrolar natural do ciclo da vida para aqueles jovens já com alguma renda para bancar a liberdade. Afinal, é o que todos aspiram, certo? Errado. O Brasil é conhecido no mundo da demografia por alojar uma generosa “geração canguru”, termo surgido no fim dos anos 1990 na França para designar a turma entre 25 e 34 anos que vai esticando a estada sob o teto da família em nome de conforto e economia. Há uma década, 20% dos integrantes dessa faixa etária moravam sob asas paternas, número que saltou para 25% e hoje, apostam os especialistas, cresce impulsionado pela pandemia, que sacudiu o modo de vida das pessoas nos mais variados terrenos. Vendo-se sozinhos na quarentena, com as finanças abatidas pela crise e preocupados em ajudar os pais, eles percorrem o caminho de volta nesses dias estranhos, não raro regressando ao mesmo quarto da adolescência, em um movimento delicado que mescla sentimentos como amparo e tranquilidade, de um lado, a certa frustração com muita incerteza, de outro.

    Baqueada pelo desemprego e com o horizonte profissional nebuloso, uma parcela dos que retornam não tem ideia de quanto tempo a situação vai durar. “Os jovens são o grupo social mais desprotegido no mercado de trabalho porque, em geral, recebem salários mais baixos, têm pouca experiência e não são contratados com carteira assinada. A casa dos pais vira estratégia de sobrevivência”, diz o economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social. A inércia contribui para que parte deles alimente o plano de deixar a situação como está: é duro dar adeus a toda sorte de paparicos e à sensação de atracar em porto conhecido. “Estamos no início da vida profissional e decidimos ficar por aqui porque assim podemos poupar e, quem sabe, até viajar mais quando a pandemia passar”, explica a designer Marina Batalha, 26 anos, que preferiu interromper o contrato de aluguel do apartamento onde morava com o namorado português, em Copacabana, no Rio de Janeiro, para mudar-se, com ele, para a casa de seus pais. Era para ser provisório, só durante a crise sanitária, mas todos estão tão bem acomodados que não pensam, pelo menos por ora, em mexer na nova configuração. “O dia a dia juntos funcionou bem”, reforça a designer.

    À CASA TORNA - Flora, que visitava a família duas vezes por ano: revivendo discussões da adolescência, mas muito feliz. Ricardo Benichio/VEJA

    Compartilhando o mesmo território, pais e filhos se debruçam sobre um desafio de alta complexidade: são todos adultos, cada qual com seus horários e manias sedimentadas. Regras de convívio, portanto, precisam estar muito bem estabelecidas para que as relações não se esgarcem rapidamente. Produtora de mídias sociais, Izabela Antunes, 27 anos, vive sozinha há dez — sete deles no Rio, onde cursou faculdade e pós-graduação. O isolamento a fez trilhar o caminho de volta à casa da família, em Muriaé, no interior de Minas Gerais, onde passa a quarentena ao lado da mãe e do padrasto. As duas primeiras semanas foram as mais complicadas, fazendo necessárias inúmeras conversas para ajustar a rotina. “Mudei meus horários para conseguir ajudar nas tarefas domésticas e não passo tanto tempo no quarto quanto talvez ficasse se estivesse por minha conta. O saldo é tão positivo que as brigas cessaram”, relata Izabela, que só pretende voltar para o Rio quando o escritório onde trabalha decretar o fim do home office, ainda sem data definida.

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    Adaptação é palavra-chave nos arranjos que a pandemia estimulou — e isso vale para ambas as partes. O mandamento número 1 é não perder a noção do espaço alheio. Para os pais, às vezes é quase instintivo tratar os rebentos marmanjos como eternas crianças, um equívoco em qualquer circunstância — ainda mais nesta. Os filhos, por sua vez, precisam entender que, embora aquele ambiente lhe pareça tão familiar, quem dita os rumos na casa são os digníssimos genitores. “Os jovens não podem se comportar como nos tempos de infância. A dinâmica é outra”, diz a escritora e psicóloga Lidia Aratangy. Apesar da rotina posta do avesso, observa-se em muitos casos uma saudável reaproximação. “Vinha visitar minha família apenas duas vezes por ano. Neste período, estou revivendo as discussões da adolescência, mas, mesmo com a perda de soberania, vê-los bem com meus próprios olhos compensa tudo”, avalia a estudante de direito Flora Santana, 27 anos, que foi do Rio para a cidade natal, Franca, no interior de São Paulo, e por lá vai ficando.

    MUDANÇA RADICAL - A designer Marina com a mãe, Márcia: ela e o namorado decidiram ficar por lá para poder poupar. Ricardo Borges/VEJA

    O perigo desses arranjos, alertam os estudiosos, é de os filhos só extraírem o que há de bom na experiência — colo, mimo, poupança — e se esquecerem de arregaçar as mangas para lavar uma louça ou abrir a carteira para pagar uma conta. “Não dá para ignorar o fato de que o filho é agora um adulto com responsabilidades e que ele deve sempre contribuir como puder na vida em comum”, ressalta a psicóloga Ceres Araujo. Mas até o mais óbvio requer aprendizado. “Respeitar o espaço do outro não é nada fácil”, reconhece a publicitária Ana Laura Coelho, 25 anos, que foi do Rio para Bauru, migração impulsionada pela pandemia e que lhe abriu uma janela para o intenso convívio com os pais.

    Os jovens da América Latina são mais propensos a prolongar a vida na casa dos pais do que os da Europa e dos Estados Unidos, que costumam estudar em cidades distantes e começam a trabalhar mais cedo. Daí se inicia o pé de meia que os alçará para fora do ninho. Um fator demográfico também pesa entre essa turma que não rompe o cordão: os brasileiros estão casando cada vez mais tarde — a média desde a década de 70 subiu de 25 para 30 anos —, e as uniões são grandes motivadoras do grito de independência. Como no Brasil viver sozinho ainda é visto como um estado estranho, às vezes até condenável, a imobilidade cresce, ancorada em uma cultura de supervalorização da casa paterna, uma instituição segura, em contraponto à rua, que já foi colônia, império, república, ditadura militar e agora é democracia. Para completar, há um componente desta era que faz os jovens ficarem onde estão. “Pesquisas mostram que eles têm cada vez mais dificuldade de amadurecer e medo da vida adulta”, lembra o filósofo Luiz Felipe Pondé. E assim caminha firme e forte (e dentro de casa) a geração canguru.

    Publicado em VEJA de 8 de julho de 2020, edição nº 2694

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    Fonte: veja.abril.com.br/ideias/o-apogeu-da-geracao-canguru-de-filhos-que-nao-saem-de-casa

    Bolsonaros aderem a rede social de direita aberta para fake news – Brasil – iG

    bolsonaro Reprodução Parler Perfil de Jair Bolsonaro no Parler

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), os filhos e os seus seguidores são os mais novos usuários da rede social Parler , famosa por abrigar grupos da direita global. O Parler foi criado em 2018 e funciona de forma quase idêntica ao Twitter, mas apresenta menos regulação de conteúdo ofensivo

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    A apresentação do Parler diz que é uma rede social “imparcial” e amparada pelas regras da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos e da Suprema Corte do país, “o que permite a liberdade de expressão sem violência e a ausência de censura”.

    Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) criou uma conta na plataforma no dia 1º de julho e orientou os seguidores a também migrarem para o Parler. “Siga-me no Parler! A rede social que tem como prioridade a liberdade de expressão!”, escreveu o senador no Twitter.

    Flávio foi punido pelo Twitter no início do ano por compartilhar um vídeo descontextualizado do médica Drauzio Varella em que aconselhava a população a não mudar os hábitos por conta do novo coronavírus. O vídeo era de janeiro, quando ainda não havia casos confirmados da doença no país. O primeiro caso data de 26 de fevereiro. 

    O presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o astrólogo Olavo de Carvalho também criaram perfis na rede social.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-07-03/bolsonaros-criam-perfis-em-rede-social-de-direita-mais-aberta-para-fake-news.html

    Em versão paz e amor, Bolsonaro agredirá democracia só três vezes ao dia | VEJA

    A versão paz e amor de Jair Bolsonaro — inaugurada com a live Ave Maria da sanfona, que fez 70% dos brasileiros desejarem ter o dom de desouvir algo — segue de vento em popa. Depois de conversar com assessores e filhos, o presidente fechou um pacote de ações para suavizar sua imagem: reuniu stickers de coração para usar no WhatsApp, distribuirá rosas com espinhos na porta do Planalto e só agredirá a democracia três vezes ao dia.

    Bolsonaro também quer se aproximar mais do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre. Os afagos incluem viagens oficiais juntos, em quarto triplo com café da manhã. Maia e Alcolumbre já mandaram avisar que não gostam de pão com leite condensado, mas adoram pizza mesmo de manhã.

    Publicado em VEJA de 8 de julho de 2020, edição nº 2694

    Fonte: veja.abril.com.br/blog/sensacionalista/em-versao-paz-e-amor-bolsonaro-agredira-democracia-so-tres-vezes-ao-dia

    Pandemia saiu do trilho na Flórida, ninho de brasileiros nos EUA – Último Segundo – iG

    BBC News Brasil

    Pessoas na praia em Miami AFP Estado relaxou o isolamento social enquanto o vírus ainda está circulando amplamente

    Maria Paula Figueiredo tinha acabado de voltar para casa, em Weston, na Flórida, quando começou a sentir dor de cabeça. Ela achou que fosse só mais uma crise de sinusite.

    Mas, três dias depois, a estudante de 21 anos recebeu uma mensagem de uma amiga pedindo que ela fizesse o teste para o novo coronavírus.

    As duas tinham passado o final o final de semana juntas em uma casa em Orlando com outras pessoas para comemorar um aniversário, e a amiga de Maria Paula soube depois que estava infectada.

    Todos os 15 amigos que estavam no encontro se contaminaram, e Maria Paula acredita que passou o coronavírus para sua cunhada, com quem mora, antes de saber que estava infectada.

    “Muitas pessoas que eu conheço já pegaram. Contando as que estavam na reunião em Orlando, são mais de 40. Você vai conversando e descobre que o amigo do amigo também pegou”, diz a estudante.

    O caso ajuda a entender por que a pandemia saiu de controle no último mês na Flórida, que é o principal destino de imigrantes brasileiros nos Estados Unidos.

    Recordes sucessivos de novos casos

    O Estado confirmou seus primeiros casos no início de março e entrou em lockdown no começo de abril, quando tinha em torno de 8 mil infecções confirmadas.

    A Flórida parecia ter sido de certa forma poupada pela pandemia, especialmente em comparação com Estados do norte do país, como Nova York, Nova Jersey, Illinois e Massachusetts, onde a situação era mais grave,

    Ao longo de abril, o Estado teve no máximo 1.413 novos casos por dia, muito menos dos que o recorde de 11.571 novos casos de Nova York no mesmo mês.

    A epidemia local se manteve mais ou menos nesse patamar em maio, mas, em junho, o número de novos casos começou a disparar.

    A Flórida bateu recorde atrás de recorde desde então, e o número de novos casos diários atingiu seu nível mais alto na última quinta-feira (02/07). Foram 10.109 infecções em 24 horas.

    O total acumulado desde o início da pandemia triplicou no último mês, para 169,1 mil, e a Flórida é hoje o quinto Estado americano com mais casos de covid-19. Mas o que aconteceu?

    Bares, praias e restaurantes cheios

    Pessoas em restaurante em Miami AFP Reabertura dos restaurantes e bares está relacionada ao aumento de casos, dizem epidemiologistas

    Um mês antes dessa explosão de casos, o governo estadual deu início a um relaxamento progressivo das medidas de isolamento social, que culminou na reabertura de praias, hotéis, bares e restaurantes no início de junho.

    Mary Jo Trepka, chefe do departamento de epidemiologia da Escola de Saúde Pública e Assistência Social da Universidade Internacional da Flórida, diz que isso foi um dos fatores que levaram ao aumento.

    Muitas pessoas no Estado pensaram que, com a reabertura, o pior já havia passado. Mas, na verdade, o vírus ainda estava circulando amplamente.

    “Muita gente, principalmente os jovens, voltou a socializar de uma vez. A reabertura aconteceu justamente na época das festas de formatura e das férias. Os restaurantes, praias e bares ficaram cheios de novo”, diz Trepka.

    Esther Pereira vive há 25 anos em Fort Lauderdale, no sul da Flórida, a região mais afetada do Estado. Seis amigos dela já tiveram covid-19, três deles só na última semana.

    Ela diz que, mesmo antes da reabertura, havia lugares, como restaurantes e salões de beleza, que estavam funcionando clandestinamente.

    “E, quando reabriu, as pessoas saíram pra rua em massa e não tomaram os cuidados recomendados pelo governo, por isso, as taxas saíram de controle”, diz Esther.

    A própria Maria Paula acha que se descuidou um pouco, mesmo que as reuniões com até 50 pessoas já estivessem liberadas no Estado.

    “Eu não usei máscara em nenhum momento nem mantive um distanciamento dos meus amigos quando estava com eles.”

    ‘Ditadores comunistas’

    Mas nem sempre quem deixa de se proteger faz isso sem querer.

    No fim de junho, quando uma audiência pública do condado de Palm Beach avaliava se o uso de máscaras deveria ser obrigatório em público, vários moradores foram ao microfone protestar contra a medida.

    As autoridades locais foram acusadas de serem “ditadores comunistas” que seguem as “leis do diabo” e violam a “liberdade de escolha” dos cidadãos americanos.

    Mulher discursa contra o uso de máscara Reuters ‘Vocês serão presos por seus crimes contra a humanidade’, disse mulher a autoridades de Palm Beach sobre obrigatoriedade de máscaras

    “Vocês serão presos por seus crimes contra a humanidade. Cada um de vocês será punido por Deus. Vocês não escaparão de Deus, nem com máscara ou distanciamento social”, disse uma mulher.

    Para ela, as novas regras são parte de uma conspiração que une a telefonia 5G, o empresário Bill Gates, a ex-primeira-dama Hillary Clinton e grupos pedófilos.

    “O Brasil tem muitos negacionistas da pandemia, mas os Estados Unidos são a fonte. É daqui que saem muitas das teorias da conspiração”, diz o virologista Anderson Brito, do departamento de epidemiologia da Escola de Saúde Pública da Universidade de Yale, nos Estados Unidos.

    O pesquisador avalia que a polarização política em torno das medidas de combate à pandemia se torou um desafio ao controle do coronavírus nos Estados Unidos.

    “Os apoiadores do (presidente republicano) Donald Trump são reticentes quanto a seguir as regras, assim como ele próprio, que não usa máscara até hoje. Eles acham que isso é coisa de esquerdista, de democratas e dizem que fere sua liberdade individual e direitos constitucionais”, diz Brito.

    Donald Trump discursa ao lado da mulher, Melania Reuters Polarização política nos EUA virou um desafio para o controle da pandemia no país

    Trump venceu as últimas eleições na Flórida com 49,02%, o que garantiu a eles os votos dos 29 delegados eleitorais do Estado, que costuma ser decisivo na corrida pela presidência dos Estados Unidos.

    No ano passado, o republicano Ron DeSantis foi eleito governador da Flórida com o apoio de metade dos eleitores. E os dois senadores atuais do Estado, Marco Rubio e Rick Scott, também são do partido de Donald Trump.

    Menos turismo, menos trabalho

    “Um amigo meu fez um churrasco para 50 pessoas durante a quarentena porque acha que o vírus não existe”, diz o empresário carioca Marco Alevato, que vive há 24 anos na Flórida.

    Ele calcula que os negacionistas da pandemia representam “uns 15% a 20% das pessoas”.

    “Elas não acreditam que seja um vírus natural. Dizem que tudo é parte de uma campanha de controle social que envolve as antenas de 5G ou que é um plano da China para dominar o mundo”, afirma Marco, que diz ter pegado covid-19 no início de março, assim como sua mulher e o filho.

    Ele é dono de uma editora em Orlando e diretor da Câmara de Comércio Brasileira Americana da Flórida Central, uma organização local de promoção de negócios entre o Brasil e os Estados Unidos.

    Marco afirma que os brasileiros que vivem na Flórida têm sido especialmente afetados economicamente pelo coronavírus porque muitos trabalham em empresas ou têm negócios ligadas ao turismo, atividade que caiu muito desde o início da pandemia.

    De acordo o Itamaraty, até 2018, de acordo com as estimativas mais recentes, aproximadamente 1,64 milhão de brasileiros moravam nos Estados Unidos, dos quais 370 mil registrados sob a jurisdição do Consulado-Geral em Miami, que abrange a Flórida, Porto Rico e Ilhas Virgens norte-americanas.

    “Esse montante corresponde à mais numerosa comunidade sob jurisdição de um mesmo consulado brasileiro nos Estados Unidos”, disse o Itamaraty à BBC News Brasil.

    Marco estima que apenas um quarto dos brasileiros que vivem na Flórida têm cidadania, green card ou um visto para poder trabalhar ou empreender nos Estados Unidos.

    Metade não poderia trabalhar, mas, segundo o empresário, fazem isso mesmo assim — e muitas dessas pessoas perderam seus empregos e, agora, para sobreviver, estão aceitando os empregos informais (e salários menores) que antes eram dos brasileiros indocumentados, como é chamado quem está em situação irregular no país.

    E os indocumentados? “Esses estão ferrados”, diz Marco. “Tem muita gente indo embora porque não tem emprego, e, sem trabalho, vão passar fome.”

    Mais testes, mais casos?

    Mulher faz teste de coronavírus em Tampa Getty Images Governador da Flórida disse que disparada de novos casos estava ligada a mais testes, mas depois voltou atrás

    Na última quinta-feira, os Estados Unidos, país com mais casos de covid-19 do mundo, bateu mais uma vez o recorde diário global de novas infecções, com mais de 55,2 mil diagnósticos — um quinto disso foi na Flórida.

    O governador Ron DeSantis chegou a dizer, no meio de junho, que o aumento do número de novos casos era devido ao maior número de testes feitos no Estado.

    “Agora temos uma testagem ampla de pessoas assintomáticas. Quando elas voltam ao trabalho, as empresas dizem para elas fazerem o teste. E não temos mais só os grandes centros de testes. Nós expandimos para os drive-thru e os locais que pessoa pode se testar sem agendar. Temos locais de testes em lojas. São milhares e milhares de testes feitos por dia”, disse ele.

    Até o início de junho, 1 milhão de testes haviam sido realizados na Flórida. Esse número dobrou no último mês. O total de pessoas testadas corresponde hoje a quase 10% de seus 21 milhões de habitantes.

    Mas a epidemiologista Mary Jo Trepka, que monitora junto com colegas da universidade a evolução do surto no sul do Estado, afirma que os dados provam que a teoria do governador está errada.

    Ela diz que, mesmo que o total de testes esteja crescendo, a proporção de resultados positivos está aumentando mais rápido — eram 5% há um mês e são 15% agora.

    “Além disso, o número de pessoas que estão chegando às emergências, de hospitalizações, de internações nas UTIs e de pacientes intubados estão aumentando, e nada disso poderia ter sido resultado de mais testes”, diz Trepka.

    Um alívio — e um alerta

    O próprio DeSantis reconheceu seu equívoco há alguns dias, mas afirmou nesta semana que não vai interromper a reabertura da economia, ainda que tenha sido obrigado a ceder quanto aos bares, que foram fechados novamente na semana passada para conter a propagação do vírus.

    Governador da Flórida discursa Getty Images O governador Ron DeSantis disse que se recusa a regredir na reabertura da economia

    “Não vamos voltar atrás. Não são as pessoas que frequentam um negócio que impulsionam (a pandemia). Acho que quando você vê olha para os mais jovens, vê que muito disso são apenas as interações sociais, então, isso é natural”, disse o governador.

    Talvez o único ponto de alívio para a Flórida em meio a tudo isso seja que o número de novas mortes no Estado não tenha acompanhado a explosão de novos casos — ainda.

    Com 3.617 óbitos até agora (67 delas nas últimas 24 horas), a Flórida, o terceiro Estado mais populoso do país, tem apenas a 26ª taxa de incidência de mortes a cada 100 mil habitantes entre os 50 Estados americanos.

    Isso se deve ao fato de que que a maioria das pessoas contaminadas ali têm até 44 anos, dizem os epidemiologistas, e a covid-19 tende a ser menos grave entre os mais jovens.

    Mas eles também alertam que os jovens da Flórida não estão isolados, mas em contato com pessoas mais velhas.

    O epidemiologistas ainda chamam atenção para o fato de que um aumento do número de novos casos ainda pode se refletir sobre as estatísticas de novas mortes, porque, normalmente, isso leva algumas semanas para acontecer.

    Por isso, muitos acreditam que a Flórida deveria agir com prudência e ser mais comedida nas suas festas deste sábado, 4 de julho.

    O Dia da Independência dos Estados Unidos costuma ser uma das principais celebrações do ano do país, mas, desta vez, a Flórida chega nesta data sem ter muito o que comemorar.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/2020-07-03/pandemia-saiu-do-trilho-na-florida-ninho-de-brasileiros-nos-eua.html

    Bolsonaro e sua “ala técnica” | VEJA

    Bolsonaro percebeu, enfim, que a insistência na radicalização acabaria por derrubá-lo e sossegou o facho: abandonou a “ala ideológica”, cedeu à “ala técnica”, demitiu Abraham Weintraub e o substituiu por Carlos Decotelli, dono de currículo estelar, avalizado pelo “primeiro-ministro” Walter Braga Netto.

    Mas o currículo era vidro e se quebrou, e o quase-ministro caiu antes da posse. Não que a fraude seja estranha aos ministros de Bolsonaro: Damares e Salles mentiram sobre seus currículos, Marcelo Antônio foi denunciado por fraude eleitoral, Weintraub praticou autoplágio e escapou da quarentena nos EUA usando o passaporte oficial. Decotelli deu azar de ter sido pego na entrada.

    O currículo do ex-futuro-ministro não é mais fantasioso, no entanto, do que a ideia de que exista de fato uma “ala técnica” no governo. Afinal, o que há de técnico em uma Agência Brasileira de Inteligência — chefiada por Alexandre Ramagem, considerado tão competente que Bolsonaro o nomeou diretor-ge­ral da Polícia Federal (caiu mais rápido do que Decotelli) — incapaz de identificar algo trivial como um currículo forjado? E vale lembrar que a agência é subordinada ao técnico general Augusto Heleno.

    A tal ala técnica nem precisaria da Abin para saber que o currículo do candidato não recomendava sua nomeação: bastava ler o que os bolsonaristas chamam de “extrema imprensa” para saber que durante a gestão de Decotelli no FNDE foi aprovada uma licitação fraudulenta, ainda não esclarecida, de 3 bilhões de reais. Aliás, se a ala técnica tivesse se dado ao trabalho de bater cinco minutos de papo com Decotelli — que integra a equipe de Bolsonaro desde antes da posse —, teria percebido o que todos os brasileiros perceberam ao vê-lo na TV: ele é o rei do lero-­lero.

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    “Todos perceberam ao ver na TV o ministro que caiu antes da posse: Carlos Decotelli é o rei do lero-lero”

    O desempenho da ala técnica em outros departamentos não é diferente. Foi ela que indicou o técnico general Eduardo Pazuello para a Saúde, onde mais de vinte militares técnicos (mas não em medicina) não formulam política de saúde, prescrevem medicamentos perigosos sem respaldo técnico, manipulam dados técnicos e fogem de entrevistas.

    Paulo Guedes não é militar, mas é parte da ala técnica. Sem proposta para lidar com a crise — e sem vestígio de sensibilidade social —, Guedes torpedeia o auxílio emergencial, recomenda Weintraub para o Banco Mundial e repete que o Brasil “vai surpreender” o mundo. Como se a pandemia fora de controle, um desequilibrado no Bird, um mitômano no MEC e metade dos brasileiros sem trabalho não causassem assombro bastante.

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    Governo Bolsonaro: Sinais de paz Leia nesta edição: a pacificação do Executivo nas relações com o Congresso e ao Supremo, os diferentes números da Covid-19 nos estados brasileiros e novas revelações sobre o caso Queiroz Clique e Assine

    Até da política a ala técnica cuida: é o general Ramos (que, para supremo alívio do Exército, vai para a reserva) quem entrega orçamentos bilionários ao Centrão. “Se gritar pega Centrão, não fica um, meu irmão”, cantou certa vez o general Heleno, mas isso não incomoda Ramos, tão à vontade no papel de técnico da velha política que tem um celular só para isso — parlamentares bolsonaristas, que não têm o número, apelidaram o general de “disque-Centrão”.

    Com ala técnica assim, quem precisa de ala ideológica?

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    Publicado em VEJA de 8 de julho de 2020, edição nº 2694

    Fonte: veja.abril.com.br/blog/ricardo-rangel/bolsonaro-e-sua-ala-tecnica

    Professor é preso com mais de 200 fotos e vídeos de aluna criança – Mundo – iG

    homem sério Departamento de policia de olathe / Divulgação Professor foi preso e demitido do colégio no qual trabalhava

    Um professor de 58 anos foi preso no estado do Kansas, nos Estados Unidos, por perseguir e tirar mais de 200 fotos e vídeos de uma aluna de quatro anos que frequentava a escola na qual ele dava aula.

    James Loganbill foi denunciado por parentes da criança após uma queixa da menina, que, apesar de nunca ter sido tocada pelo professor, narrou “ter medo” dele. Além de encontrar 210 imagens da menina, registradas em um período de um ano, os investigadores encontraram dezenas de vídeos e notaram que o professor procurou o nome da criança mais de 30 vezes em sites na internet.

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    Preso de forma preventiva, o homem vai passar por julgamento, mas pode ter sentença máxima de um ano, período considerado como “curto” pelos parentes da garota perseguida. “Nós não temos leis que protejam crianças de situações desse tipo”, afirmou o advogado da família, Steve Howe, em entrevista ao canal norte-americano Fox News.

    O professor não se pronunciou sobre o caso. Em nota ao canal, o advogado dele alegou inocência.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2020-07-03/professor-e-preso-com-mais-de-200-fotos-e-videos-de-aluna-de-4-anos.html

    Reabertura da mostra de Rafael marca o novo renascimento italiano | VEJA

    Na primavera de 1520, Roma parou para acompanhar o funeral do pintor Rafael Sanzio. Belo, genial e extremamente produtivo, o jovem mestre era a personificação do frescor imortal da arte do Renascimento. Mas, aos 37 anos, perdeu a vida em razão de uma repentina febre — que, de acordo com o relato clássico do biógrafo Giorgio Vasari, teria sido causada por uma noite de sexo com sua amante. A pedido do pintor, ele foi sepultado no Panteão, templo que emana a glória da Roma Antiga. É pelo final trágico de sua vida que se inicia a estupenda mostra dos 500 anos da morte do artista em cartaz na Scuderie del Quirinale, em Roma. Ironicamente, a celebração de Rafael foi ameaçada por uma nova febre — causada não por amor em excesso, mas pela ameaça do coronavírus. Três meses após seu cancelamento dramático no furacão da pandemia, a exposição tornou-se o símbolo do lento e gradual processo de reabertura cultural da Itália.

    SEDUTOR IRRESISTÍVEL – Autorretrato do pintor: morte aos 37 anos após noite de sexo, diz a lenda. Ministero per i Beni e le Attività Culturali e del Turismo/Gallerie degli Uffizi/.

    Ao lado de Leonardo da Vinci e Michelangelo, Rafael forma a santíssima trindade do Renascimento italiano. Como a França roubou a cena com a festejada mostra dos 500 anos de Leonardo no Louvre, no fim de 2019, a Itália esmerou-se nas comemorações de Rafael. Por uma única semana de março, as ricas tapeçarias concebidas pelo artista retornaram às paredes da Capela Sistina, no Vaticano. Mas isso era só aperitivo para a maior retrospectiva jamais vista de sua obra, com 27 pinturas e um total de 200 itens cujo seguro chega a 4,4 bilhões de dólares. Cerca de 70 000 ingressos foram vendidos antecipadamente e a pressão era tão grande que o comitê curatorial da Galleria Uffizi, em Florença, renunciou por não concordar com o envio de um magnífico porém frágil retrato do Papa Leão X — protetor do pintor. Inaugurada em 5 de março, a exposição recebeu 6 000 visitantes nos três dias em que ficou aberta ao público — e então foi fechada em virtude da Covid-19. Sua reabertura se reveste, portanto, de significado especial. Em comunicado, o presidente Sergio Mattarella usou o pintor como inspiração na crise: “O espírito renascentista que tornou a arte de Rafael sem paralelo pode atrair energia para o recomeço da Itália e da Europa”. A exposição foi retomada em 2 de junho, com os mais de 900 ingressos esgotados para aquele dia — no calendário original, a data marcaria seu encerramento, mas ela foi estendida até 30 de agosto. Com o interesse do público, a organização logo esticou o horário de visitação, chegando até 1 da manhã às sextas e sábados e ampliando o limite de visitantes para cerca de 1 500 pessoas por dia, número que ainda fica longe dos 3 000 que a Scuderie recebia em eventos anteriores.

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    A entrada do local não apresenta longas filas de turistas, comuns de encontrar em museus de Roma durante o verão no Hemisfério Norte. Em vez disso, pequenas aglomerações de italianos tentam se esconder do sol, enquanto esperam o horário reservado para a mostra. Nas ruas da cidade, o movimento de pessoas já é grande, e o uso de máscaras é quase nulo em espaços abertos. As vias dos boêmios bairros de Trastevere e San Lorenzo começaram a se encher de jovens nas noites de fim de semana. No entanto, ainda são poucos os turistas em frente aos cartões-postais da capital, como a Fontana di Trevi ou o Coliseu. A Itália voltou a receber turistas da União Europeia no dia 3 de junho e deve reabrir as fronteiras para outras nações a partir de 1º de julho, mas apenas para países considerados suficientemente seguros (não é o caso do Brasil).

    Continua após a publicidade CONTROLE TOTAL - A volta da Galleria Borghese: máscaras e tempo limitado. Antonio Masiello/Getty Images

    Até o meio de junho, os italianos já registravam a reabertura dos principais museus do país, como o Museu Egípcio de Turim, o Palazzo Ducale de Veneza e a extraordinária Galleria Borghese, em Roma (na vizinha França, o Louvre deverá reabrir nesta segunda-feira, 6, com esquema especial para evitar muvuca diante da Mona Lisa). A visitação continua escassa em muitos deles. Nos Museus Capitolinos é possível comprar entradas para o mesmo dia pelo site. Os Museus Vaticanos reabriram as portas em 1º de junho com um público de 1 600 pessoas. A instituição chegava a receber mais de 10 000 visitantes por dia em anos anteriores. “Os números são baixos em relação a 2019 e não esperamos receber mais de 15 000 pessoas por semana”, afirmou a VEJA o vice-­diretor de controle de gestão e administração dos museus, Monsenhor Paolo Nicolini. A oportunidade de contemplar a Capela Sistina sem o tumulto costumeiro ainda não tem previsão para acabar. Nicolini garante que as medidas adotadas não serão afrouxadas: “Se respeitarmos as regras de segurança, nossa esperança de sair dessa situação poderá se tornar certeza.”

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    Os museus, antes dos cinemas ou shows, viraram pontas de lança na tarefa de tatear até onde é possível o recomeço da vida cultural. Nesse contexto, a visita à exposição de Rafael é uma experiência controladíssima. A cada cinco minutos, um grupo de até oito pessoas é liberado para entrar no recinto. Primeiro, é necessário passar pelos procedimentos convencionais de prevenção, que incluem usar a máscara de proteção facial, passar álcool em gel nas mãos e ter a temperatura conferida.

    PRIVILÉGIO – A Capela Sistina após a reabertura: em vez da muvuca, calmaria para poucos felizardos. Guglielmo Mangiapane/Reuters

    No trajeto, uma funcionária acompanha o grupo, dando instruções para manter distância de no mínimo 1 metro entre as pessoas — o que se torna uma missão difícil quando todos se interessam pelo mesmo quadro, ou querem ler informações sobre as obras nas paredes. No calor do verão, um ou outro visitante tenta, ainda, retirar a máscara durante o percurso, mas logo leva um pito. Para que se evite a formação de aglomerações, o tempo máximo de permanência por sala é de cinco minutos. Uma campainha soa e todos são convidados a passar para o cômodo seguinte, sem a possibilidade de “repetir” ou pular qualquer espaço. É um renascimento limitado, mas ainda assim um renascimento — tudo o que o mundo deseja.

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    Publicado em VEJA de 8 de julho de 2020, edição nº 2694

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    Fonte: veja.abril.com.br/entretenimento/reabertura-da-mostra-de-rafael-marca-o-novo-renascimento-italiano

    Após prefeito polemizar, governo da Bahia anuncia medida radical – Brasil – iG

    O governador da Bahia, Rui Costa (PT), anunciou que será decretado o toque de recolher em Itabuna. O mandatário disse que conversou com o prefeito da cidade, Fernando Gomes (PTC), e que ficou decidido que a medida passa a valer a partir desta sexta-feira (03).

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    A o toque de recolher foi adotado após o prefeito de Itabuna dar uma declaração polêmica sobre a reabertura do comércio . “Eu já mandei um decreto que no dia 9 abre, morra quem morrer”, disse o Fernando Gomes em uma coletiva. Após a declaração do prefeito, o governador respondeu. “Sob pressão, as pessoas saem do ponto”.

    Fernando Gomes (PTC) Divulgação Fernando Gomes (PTC)

    Segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do estado (Sesab), Itabuna tem 2.754 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-coV-2), com 58 mortes em decorrência da doença. Existe a expectativa de abertura de dez novos leitos de UTI no Hospital de Base de Itabuna nos próximos dias.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-07-03/apos-prefeito-polemizar-governo-da-bahia-anuncia-medida-radical.html