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Panelaço contra presidente se repete pelo quarto dia no país | VEJA

No dia em que o presidente da república Jair Bolsonaro classificou a pandemia que já soma mais de 10.000 mortes no mundo, sendo onze no Brasil, como gripezinha, as panelas voltaram a bater.

Neste momento, manifestações são ouvidas em diversas capitais do país, como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

Antes dos gritos de “fora Bolsonaro”, foram ouvidos aplausos em homenagem aos profissionais da saúde.

 

Fonte: veja.abril.com.br/blog/radar/panelaco-se-repete-pelo-quarto-dia-pelo-pais

‘Depois de facada, gripezinha não vai me derrubar’, diz Bolsonaro – Política – iG

Presidente Jair Bolsonaro com máscara azul arrow-options Isac Nóbrega/PR Bolsonaro disse que pretende fazer festa de aniversário neste sábado (20)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a minimizar nesta sexta-feira (20) a pandemia do novo coronavírus e disse que “depois da facada, não vai ser uma gripezinha que vai me derrubar”. A Covid-19 já matou mais de 10 mil pessoas no mundo e, de acordo com informações das secretarias de Saúde estaduais confirmadas pelo Ministério da Saúde , as vítimas da doença no Brasil são 11.

Bolsonaro já passou por dois exames para verificar se ele foi contaminado pelo coronavírus, mas ambos deram resultado negativo. Apesar do diagnóstico, o presidente se recusa a mostrar os testes e diz que pode passar por um terceiro exame para checar se ele está com o vírus.

Leia também: Brasil tem 904 casos e 11 mortes por coronavírus confirmadas

Da comitiva presidencial que o acompanhou em uma viagem a Miami, nos Estados Unidos, 23 integrantes tiveram testes positivos para o coronavírus. Entre eles estão os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Bento Albuquerque (Minas e Energia), além do chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Fábio Wajngarten .

Mais cedo, nesta sexta-feira, o presidente admitiu que pode ter sido contaminado pelo coronavírus, mas que, se isso aconteceu, ele “nem ficou sabendo”. “Fiz dois testes, talvez faça mais um até, talvez, porque sou uma pessoa que tem contato com muita gente. Recebo orientação médica”, disse Bolsonaro ao deixar o Palácio da Alvorada pela manhã. “Toda família deu negativo aqui em casa. Talvez eu tenha sido infectado lá atrás e nem fiquei sabendo. Talvez. E estou com anticorpo.”

Leia também: Coronavírus se espalha e ameaça colapsar rede de saúde do Brasil

Mesmo com recomendações de autoridades para que aglomerações sejam evitadas, Bolsonaro, que completa 65 anos neste sábado, disse que pretende fazer uma festa de aniversário.

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/politica/2020-03-20/depois-de-facada-nao-vai-ser-gripezinha-que-vai-me-derrubar-diz-bolsonaro.html

As diferenças entre a malária e a covid-19: os riscos da hidroxicloroquina | EXAME

dowell/Getty Images

 (dowell/Getty Images/Getty Images)

De acordo com estudos recentes, o medicamento hidroxicloroquina está se mostrando um dos mais promissores para combater o coronavírus. Os estudos iniciais sobre o remédio, que é usado no tratamento da malária, foram realizados por cientistas de diversos países. Até o momento, a resposta preliminar para a eficácia da droga em inibir a atividade do vírus no organismo tem sido positiva.

O remédio, conhecido pelo nome comercial de Reuquinol, foi inicialmente apontado por uma pesquisa feita por cientistas chineses. Divulgado no dia 18 de março, o estudo demonstrou que a combinação da hidroxicloroquina e o antiviral remdesivir, utilizado para tratar a doença ebola, foi capaz de reduzir a presença do vírus da covid-19 em uma simulação in vitro. 

Outros estudos, feitos na França e nos Estados Unidos, também tiveram resultados promissores no uso da droga para o tratamento da covid-19. Nesta semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu para que a Food and Drug Administration, agência responsável por aprovar medicamentos no país, adiantasse o processo de testes e a validação da hidroxicloroquina para o coronavírus. 

No entanto, embora os resultados sejam positivos, os testes realizados usaram uma combinação de remédios. Portanto, fazer um estoque da hidroxicloroquina em casa não é o recomendado. É importante ressaltar, ainda, que a principal aplicação do remédio é para o tratamento da malária, porque ele combate os parasitas e as bactérias no organismo. Até o momento, o uso combinado da droga apenas inibiu a ação do vírus no corpo humano, mas ainda não se sabe sua real eficácia, nem a dosagem correta, nem em que momento o remédio deve ser aplicado no tratamento.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou, em seu site, um comunicado aconselhar os infectados a não realizar automedicação. Confira, abaixo, um trecho da nota: 

“Diante das notícias veiculadas sobre medicamentos que contêm hidroxicloroquina e cloroquina para o tratamento da Covid-19, a Anvisa esclarece que:

– esses medicamentos são registrados pela Agência para o tratamento da artrite, lúpus eritematoso, doenças fotossensíveis e malária;

– apesar de promissores, não existem estudos conclusivos que comprovam o uso desses medicamentos para o tratamento da covid-19. Portanto, não há recomendação da Anvisa, no momento, para a sua utilização em pacientes infectados ou mesmo como forma de prevenção à contaminação pelo novo coronavírus; e

– a automedicação pode representar um grave risco à sua saúde”.

Por ser um antiviral eficaz, as expectativas para o futuro do tratamento de covid-19 são altas. No entanto, é importante ressaltar que nem todos os pacientes reagem bem ao uso isolado do medicamento. Scott Schaeffer, diretor do Centro de Informações sobre Intoxicações e Medicamentos de Oklahoma, disse ao jornal USA Today que, em hipótese alguma, deve ser permitido que crianças, ou até mesmo adultos, façam uso do remédio sem prescrição médica.

Entre os possíveis efeitos colaterais, estão tremores, problemas na visão, diarreia e dores abdominais. É preciso, de acordo com especialistas, aguardar que sejam realizados mais testes clínicos com um número maior de pessoas.

Fonte: exame.abril.com.br/ciencia/as-diferencas-entre-a-malaria-e-a-covid-19-os-riscos-da-hidroxicloroquina

Por causa da ‘gripezinha’, Planalto suspende visitações turísticas | VEJA

A “gripezinha” do Covid-19, assim classificada por Jair Bolsonaro, gerou outro tipo de medida no governo.

A visitação por turistas ao Palácio do Planalto, que ocorre sempre aos domingos, foi suspensa pela Secretaria-Geral da Presidência.

Os visitantes que já estavam confirmados, estão recebendo notificação que o evento foi cancelado.

“Diante do estado de emergência de saúde pública de importância internacional, decorrente do coronavírus (COVID-19), informamos que as visitas ao Palácio do Planalto ficarão suspensas enquanto perdurar o estado de emergência”, diz a mensagem do setor de relações públicas do Planalto.

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“Sentimos muito pelo inconveniente e nos colocamos à disposição para outras oportunidades”, conclui.

Essa visita dura cerca de 40 minutos e o turista é levado até a entrada do gabinete do presidente, no terceiro andar.

 

Fonte: veja.abril.com.br/blog/radar/por-causa-da-gripezinha-planalto-suspende-visitacoes-turisticas

10 livros sobre pragas e epidemias para ler durante a quarentena | EXAME

Leitura sobre economia

Quarentena: dez livros temáticos para ler em casa (Dreamstime/Divulgação)

Histórias de grandes desastres sempre serviram bem à literatura. Pragas e epidemias estão nesse rol de desastres que atraem o poder criativo de escritores ao redor do mundo. Seja pura ficção, seja baseada em fatos reais, as histórias do mundo sucumbindo a uma epidemia costumam servir de pano de fundo para discutir ideias maiores, como a fragilidade do tecido social, a solidariedade entre indivíduos em tempos conturbados e a tentativa de resposta para uma velha pergunta: na hora da crise, o ser humano se mostra essencialmente bom ou essencialmente mau?

Em época de quarentena por conta da pandemia do coronavírus, uma boa maneira de usar o tempo dentro de casa é tirar o atraso das leituras. Confira dez livros, dos já clássicos aos contemportâneos, que falam de epidemias e podem trazer algumas boas reflexões.

  • 1. Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago "Ensaio Sobre a Cegueira" (1995) é um dos livros mais famosos do escritor português José Saramago (1922-2010), prêmio Nobel da Literatura de 1998. O romance traz uma epidemia incomum: a doença deixa as pessoas cegas de repente, sem sintomas ou aviso prévio, no que chamam de "cegueira branca". Como uma sociedade pode se manter funcional quando vive sob um grande branco? O livro mostra como o governo trata com autoritarismo seus cidadãos e como, em pouco tempo, toda organização social entra em colapso, dando lugar a novas formas de leis e arranjos. O ponto alto da história é uma mulher que não fica cega, mas mesmo assim vai para a quarentena e não avisa ninguém de sua condição.

    1/10 “Ensaio Sobre a Cegueira” (1995) é um dos livros mais famosos do escritor português José Saramago (1922-2010), prêmio Nobel da Literatura de 1998. O romance traz uma epidemia incomum: a doença deixa as pessoas cegas de repente, sem sintomas ou aviso prévio, no que chamam de “cegueira branca”. Como uma sociedade pode se manter funcional quando vive sob um grande branco? O livro mostra como o governo trata com autoritarismo seus cidadãos e como, em pouco tempo, toda organização social entra em colapso, dando lugar a novas formas de leis e arranjos. O ponto alto da história é uma mulher que não fica cega, mas mesmo assim vai para a quarentena e não avisa ninguém de sua condição. (Companhia das Letras/Divulgação)

  • 2. O Amor nos Tempos do Cólera, de Gabriel García Márquez O primeiro livro lembrado por todo fã do colombiano Gabriel García Márquez (1927-2014) é "Cem Anos de Solidão", um clássico absoluto da literatura mundial. O segundo mais lembrado, provavelmente, é "O Amor nos Tempos do Cólera" (1985). O romance narra a história de Florentino e Firmina e o triângulo amoroso com Juvenal, em um caso que passa do meio século. Recolhido em Cartagena de Las Índias, Colômbia, após ganhar o Prêmio Nobel da Literatura, Márquez uniu a história real de seus pais com as histórias locais que ouviu de moradores, como a epidemia de cólera que assolou a localidade no século 19.

    2/10 O primeiro livro lembrado por todo fã do colombiano Gabriel García Márquez (1927-2014) é “Cem Anos de Solidão”, um clássico absoluto da literatura mundial. O segundo mais lembrado, provavelmente, é “O Amor nos Tempos do Cólera” (1985). O romance narra a história de Florentino e Firmina e o triângulo amoroso com Juvenal, em um caso que passa do meio século. Recolhido em Cartagena de Las Índias, Colômbia, após ganhar o Prêmio Nobel da Literatura, Márquez uniu a história real de seus pais com as histórias locais que ouviu de moradores, como a epidemia de cólera que assolou a localidade no século 19. (Record/Divulgação)

  • 3. A Peste, de Albert Camus "A Peste" (1947) é considerada a obra-prima <span> do francês Albert Camus (1913-1960). A história se passa em Oran, Argélia, quando os trabalhadores locais começam a enfrentar a peste bubônica. Ela começa branda, mas logo domina suas vidas. O que vem a seguir é o que Camus, existencialista, quer tanto abordar: natureza e destino da condição humana, maldade e solidariedade, tudo como uma metáfora da Segunda Guera Mundial, que havia acabado há menos de dois anos e deixara um rastro de destruição pelo mundo. </span> 

    3/10 “A Peste” (1947) é considerada a obra-prima  do francês Albert Camus (1913-1960). A história se passa em Oran, Argélia, quando os trabalhadores locais começam a enfrentar a peste bubônica. Ela começa branda, mas logo domina suas vidas. O que vem a seguir é o que Camus, existencialista, quer tanto abordar: natureza e destino da condição humana, maldade e solidariedade, tudo como uma metáfora da Segunda Guera Mundial, que havia acabado há menos de dois anos e deixara um rastro de destruição pelo mundo.   (Record/Divulgação)

  • 4. Guerra Mundial Z, de Max Brooks O livro do escritor americano Max Brooks (1972) alcançou sucesso entre os fãs de literatura de ficção cientítica sobre zumbis e atingiu um público ainda maior quando virou filme, estrelado por Brad Pitt. O romance de 2006 narra como a humanidade quase se extingiu durante a Guerra Mundial Z, iniciada por uma contaminação zumbi. A narrativa se concentra em um homem que viaja o mundo coletando depoimentos dos sobreviventes da epidemia e da guerra e desvendando documentos que revelam as verdades por trás do conflito.

    4/10 O livro do escritor americano Max Brooks (1972) alcançou sucesso entre os fãs de literatura de ficção cientítica sobre zumbis e atingiu um público ainda maior quando virou filme, estrelado por Brad Pitt. O romance de 2006 narra como a humanidade quase se extingiu durante a Guerra Mundial Z, iniciada por uma contaminação zumbi. A narrativa se concentra em um homem que viaja o mundo coletando depoimentos dos sobreviventes da epidemia e da guerra e desvendando documentos que revelam as verdades por trás do conflito. (Rocco/Divulgação)

  • 5. Um Ano de Milagres, de Geraldine Brooks Em "Um Ano de Milagres", a escritora australiana Geraldine Brooks (1955) conta a história de uma remessa de tecidos infectados, vinda de Londres, que espalha a peste por uma aldeia isolada nas montanhas durante o século 17, precisamente no ano de 1666. A partir do ponto de vista da arrumadeira Anna Frith, o livro narra a peste que matou quase um quinto da população inglesa, se inspirando na história real do vilarejo de Evam.

    5/10 Em “Um Ano de Milagres”, a escritora australiana Geraldine Brooks (1955) conta a história de uma remessa de tecidos infectados, vinda de Londres, que espalha a peste por uma aldeia isolada nas montanhas durante o século 17, precisamente no ano de 1666. A partir do ponto de vista da arrumadeira Anna Frith, o livro narra a peste que matou quase um quinto da população inglesa, se inspirando na história real do vilarejo de Evam. (Nova Fronteira/Divulgação)

  • 6. Nêmesis, de Philip Roth O romance de 2010 do americano Philip Roth (1933-2018) tem como pano de fundo a cidade natal do autor, Newark, em New Jersey. "Nêmesis" conta a história das consequências do surto de poliomielite que afetou a comunidade judaica do bairro de Weequahic e mudou a vida das crianças locais. Sem vacina à época, a doença trazia paralisia, mutilação e até morte. O protagonista é Bucky Cantor, professor de Educação Física que se sente culpado por não ter podido servir na Segunda Guerra Mundial e vê seus alunos sofrerem com o surto.

    6/10 O romance de 2010 do americano Philip Roth (1933-2018) tem como pano de fundo a cidade natal do autor, Newark, em New Jersey. “Nêmesis” conta a história das consequências do surto de poliomielite que afetou a comunidade judaica do bairro de Weequahic e mudou a vida das crianças locais. Sem vacina à época, a doença trazia paralisia, mutilação e até morte. O protagonista é Bucky Cantor, professor de Educação Física que se sente culpado por não ter podido servir na Segunda Guerra Mundial e vê seus alunos sofrerem com o surto. (Companhia das Letras/Divulgação)

  • 7. Black Hole, de Charles Burns Esta graphic novel que mistura suspense e ficção científica do americano Charles Burns é uma das mais celebradas dos últimos tempos. A história se passa nos subúrbios de Seattle nos anos 70 e narra uma estranha praga transmitida sexualmente entre adolescentes. A praga, contudo, não parece ser originária do Planeta Terra.

    7/10 Esta graphic novel que mistura suspense e ficção científica do americano Charles Burns é uma das mais celebradas dos últimos tempos. A história se passa nos subúrbios de Seattle nos anos 70 e narra uma estranha praga transmitida sexualmente entre adolescentes. A praga, contudo, não parece ser originária do Planeta Terra. (Darkside/Divulgação)

  • 8. O Enigma de Andrômeda, de Michael Crichton Michael Crichton (1942-2008) ficou muito famoso quando seu livro "Jurassic Park" (1990) foi para o cinema sob direção de Steven Spielberg, mas suas qualidades literárias já eram plenamente celebradas desde "O Enigma de Andrômeda" (1969). Neste romance, a queda de um satélite espacial na Terra provoca a morte repentida das pessoas próximas ao local do impacto. Para investigar as mortes misteriosas, que podem se espalhar para outros pontos do planeta, o governo americano cria um projeto de pesquisa ultrassecreto, o <span>Projeto Wild Fire.</span>

    8/10 Michael Crichton (1942-2008) ficou muito famoso quando seu livro “Jurassic Park” (1990) foi para o cinema sob direção de Steven Spielberg, mas suas qualidades literárias já eram plenamente celebradas desde “O Enigma de Andrômeda” (1969). Neste romance, a queda de um satélite espacial na Terra provoca a morte repentida das pessoas próximas ao local do impacto. Para investigar as mortes misteriosas, que podem se espalhar para outros pontos do planeta, o governo americano cria um projeto de pesquisa ultrassecreto, o Projeto Wild Fire. (Aleph/Divulgação)

  • 9. Zone One, de Colson Whitehead O celebrado romancista Colson Whitehead (1969) narra em "Zone One" (2011) uma história de horror em um mundo pós-apocalíptico: uma pandemia devastou o planeta, e agora a humanidade está dividida em duas partes: os não-infectados (vivos) e os infectados (mortos-vivos). É a partir de Buffalo, EUA, que os americanos tentam reconstruir a sociedade, diante do retrocesso dos casos de contaminação.

    9/10 O celebrado romancista Colson Whitehead (1969) narra em “Zone One” (2011) uma história de horror em um mundo pós-apocalíptico: uma pandemia devastou o planeta, e agora a humanidade está dividida em duas partes: os não-infectados (vivos) e os infectados (mortos-vivos). É a partir de Buffalo, EUA, que os americanos tentam reconstruir a sociedade, diante do retrocesso dos casos de contaminação. (Anchor/Divulgação)

  • 10. A Journal of the Plague Year, de Daniel Defoe Daniel Defoe (1660-1731), a mente brilhante por trás de "Robinson Crusoe", escreveu em 1722 "A Journal of the Plague Year", relato que mistura realidade e ficção para falar da grande praga de 1665 que matou quase cem mil pessoas em Londres. O narrador de Defoe mostra a cidade horrizada, que descende ao medo, à histeria e ao isolamento.

    10/10 Daniel Defoe (1660-1731), a mente brilhante por trás de “Robinson Crusoe”, escreveu em 1722 “A Journal of the Plague Year”, relato que mistura realidade e ficção para falar da grande praga de 1665 que matou quase cem mil pessoas em Londres. O narrador de Defoe mostra a cidade horrizada, que descende ao medo, à histeria e ao isolamento. (Penguin/Divulgação)

Fonte: exame.abril.com.br/blog/na-estante/10-livros-sobre-pragas-e-epidemias-para-ler-durante-a-quarentena

Shopping centers se antecipam e fecham as portas em São Paulo | VEJA

Acostumadas com o alto fluxo de compras e pessoas às sextas e finais de semanas, os shopping centers de São Paulo agora retratam uma cidade que aos poucos vai parando. O consumo, o lazer, as relações humanas, tudo vai sendo deixado de lado ao passo que os comerciantes vão desligando seus equipamentos das tomadas para colaborar com o plano de ação para conter o avanço do coronavírus (Covid-19). Destaque-se, contudo, as decisões acertadas pelos gestores dos empreendimentos, uma vez que, neste momento, o melhor é evitar aglomerações e a disseminação da doença.

Apesar de o Governo de São Paulo ter determinado o fechamento de todos os shoppings centers da capital e região metropolitana a partir de segunda-feira, 23, os principais centros comerciais paulistanos já trancaram suas portas a partir desta sexta-feira, 20. As administrações se anteciparam à determinação à medida em que o alto custo para manter as operações — uma vez que o volume de clientes despencou na última semana — já as inviabilizava.

Veja visitou alguns destes centros nesta sexta-feira. No Mooca Plaza Shopping, todos os acessos para veículos foram bloqueados e até uma viatura restringia o acesso de pessoas. Um segurança informava na entrada do shopping que somente os funcionários das franquias de alimentação que utilizam o sistema de delivery estavam autorizados a entrar. Todas as demais lojas, inclusive as de serviços, estavam fechadas.

Entrada do Mooca Plaza, na zona leste de São Paulo: portões fechados Diego Gimenes/VEJA

Já no Shopping Iguatemi, os clientes só podiam circular numa área restrita do centro comercial, onde está localizada uma rede de supermercados. Seguranças e catracas bloqueiam o acesso aos demais espaços. Um aviso na entrada do shopping informa os consumidores que as medidas foram adotadas em 19 de março e que valem até 30 de abril. Até lá, o horário de funcionamento do principal shopping localizado no centro financeiro de São Paulo, na Av. Faria Lima, será das 12h às 20h.

Continua após a publicidade Placa avisa o fechamento do Shopping Iguatemi, no centro financeiro de São Paulodo Mooca Plaza, na zona leste de São Paulo: portões fechados Diego Gimenes/VEJA

Diferentemente dos concorrentes, o Shopping Anália Franco, num bairro rico da zona leste da capital paulista, toda a operação foi fechada. Nenhuma das entradas estava liberada, nem mesmo para funcionários. Somente uma rede de supermercados, anexa ao shopping, funciona normalmente.

Numa cidade sem litoral, não são raras as famílias que utilizam os shoppings como centros de lazer para passar momentos juntos.

A quarentena antecipada à qual a cidade está sendo colocada é necessária e poderá evitar um mal maior. O que fica, contudo, é a sensação de agonia ao ver que a cidade que nunca dormia está entrando em estado de hibernação.

Fonte: veja.abril.com.br/economia/shopping-centers-se-antecipam-e-fecham-as-portas-em-sao-paulo

Jair Bolsonaro tenta garantir circulação interestadual – Política – iG

Jair Bolsonaro arrow-options Reprodução/TV Brasil Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

O governo Jair Bolsonaro deverá editar medidas para garantir o funcionamento de serviços e atividades consideradas essenciais em meio à pandemia do coronavírus . Segundo o GLOBO apurou, o objetivo é tentar ordenar a situação no país, diante de atos editados por governadores, como os que fecharam as fronteiras estaduais.

Leia mais: Nova York determina isolamento em todo estado para conter coronavírus

Auxiliares do presidente estão analisando a possibilidade de, por meio de decretos ou medidas provisórias, determinar a garantia da circulação entre estados de modo a evitar colapso nos sistemas de saúde, segurança, abastecimento e logística.

Em videoconferência com um grupo de empresários na tarde desta sexta-feira, diretamente do Palácio do Planalto, Bolsonaro disse que o governo vai colocar um “freio” nas medidas dos governadores.

“Vamos, cada vez mais, botando um freio nisso daí. E aqueles poucos que estão exagerando, a gente vai aos poucos também colocando eles na linha da racionalidade”. Na manhã desta sexta, Bolsonaro já havia criticado um decreto do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, com medidas para conter o avanço do novo coronavírus.

De acordo com o presidente, “parece que o Rio de Janeiro é outro país”, porque Witzel teria tomado medidas que não competem a ele. Ele também afirmou que algumas das medidas que estão sendo tomadas por governadores levam pânico à população, prejudicam os mais pobres, podem causar saque e provocar um colapso do setor produtivo.

“Lamentavelmente tem um governador de Estado que só faltou declarar independência do mesmo, como se não fizesse parte da Federação”, disse Bolsonaro , numa clara referência a Witzel.

O decreto de Witzel determinou a suspensão de viagens aéreas, terrestres e aquaviárias de origem de locais com circulação confirmada do coronavírus ou situação de emergência decretada. A suspensão, no entanto, depende de confirmação das agências reguladoras, como a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que criticou a decisão.

Bolsonaro também afirmou que pretende se reunir com secretários estaduais para tratar de um “alinhamento”.

“Essas promessas, têm alguns falando aí em liberar pedágio, conta de energia elétrica, tantas outras coisas, criam uma expectativa que tudo vai ser de graça aqui. O governo federal e estadual não têm condições de bancar isso daí. E essas falsas expectativas não podem vir no bojo de quase que uma campanha política por parte de alguns poucos do Brasil. Essa responsabilidade é de todos nós agentes públicos, todos nós políticos, para que exatamente não se crie, repito, a expectativa de vale tudo e de que tudo é de graça daqui para frente. Isso é péssimo para todos nós”.

Estado de sítio descartado

Em entrevista coletiva no Planalto, Bolsonaro descartou, no momento, decretar estado de sítio no Brasil e disse que isso ainda não está no radar.

Leia também: “Depois de facada, não vai ser uma gripezinha que vai me derrubar”, diz Bolsonaro sobre o coronavírus

“Seria o extremo isso aí, e acredito que não seja necessário. Bem como estado de defesa. Isso aí você não tem dificuldade de implementar. Em poucas horas você decide uma situação como essa. Mas daí acho que estaríamos avançando, dando uma sinalização de pânico para a população. Nós queremos sinalizar a verdade para a população […] Por enquanto, está descartado até estudar essa circunstância”, declarou o presidente.

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/politica/2020-03-20/bolsonaro-tenta-garantir-circulacao-interestadual-apos-governadores-serem-contra.html

Burger King fechará lojas no Brasil por causa de coronavírus | EXAME

LUGARES

Burger King: lojas ficarão fechadas para consumo no local (Foto: Germano Lüders/EXAME)

O Burger King do Brasil informou nesta sexta-feira que fechará os salões de todas as suas lojas do país a partir do dia 23 de março em meio à pandemia de coronavírus.

A empresa, que opera mais de 900 lojas do Burger King e da rede de fast-food Popeyes no Brasil, manterá as lojas abertas para delivery, drive-thru e pedidos para viagem, segundo comunicado.

Na quinta-feira, a Arcos Dorados, maior franqueadora independente do McDonald’s do mundo, anunciou a mesma decisão.

Fonte: exame.abril.com.br/negocios/burger-king-fechara-lojas-no-brasil-por-causa-de-coronavirus

Bolsonaro tira os técnicos da linha de frente da comunicação na crise | VEJA

Por causa da coletiva de Jair Bolsonaro, o boletim epidemiológico que era realizado diariamente pelos técnicos do Ministério da Saúde foi cancelado nesta sexta.

Além de tirar o protagonismo da informação de qualidade e segura que vinha dos profissionais do time de Luiz Henrique Mandetta, Bolsonaro deixou o país nesta sexta com a mensagem de que a onda de mais de 10.000 mortes pelo mundo é só uma “gripezinha”.

Em tempo, é bom que o presidente fale todos os dias — se tiver o que falar, claro –, mas tirar a informação técnica e de qualidade do centro da estratégia não parece muito acertado.

Fonte: veja.abril.com.br/blog/radar/bolsonaro-tira-os-tecnicos-da-linha-de-frente-da-comunicacao-na-crise

Recursos de ações criminais vão ser usados no combate ao covid-19 – Brasil – iG

Agência Brasil

coronavírus arrow-options Agência Brasil Casos confirmados do coronavírus no Brasil ultrapassam os 900

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) recomendou nesta sexta-feira (20) que juízes federais do sul do país destinem valores arrecadados com punições em processos criminais para o combate ao novo coronavírus ( COVID-19 ).

Leia também: Ministério Público pede uso da PM para fechar lojas Havan, de Luciano Hang

Na recomendação que foi destinada aos magistrados da Justiça Federal no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a corregedora Luciane Amaral Corrêa Münch recomenda que os recursos obtidos com prestação pecuniária, transação penal e suspensão condicional do processo nas ações criminais sejam destinados para a área da saúde dos três estados.

Os valores devem ser utilizados para compra de respiradores, máscaras e luvas e equipamentos hospitalares.  Os valores ainda não foram calculados.

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-03-20/recursos-de-acoes-criminais-vao-ser-usados-no-combate-ao-coronavirus.html