Prédio desaba no Paraná e deixa cinco da mesma família soterrados – Brasil – iG

Desabamento Reprodução/Twitter Segundo informações, todas as vítimas foram resgatadas com vida

Na madrugada deste sábado(4), o desabamento de um prédio em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, capital do Paraná , deixou cinco pessoas de uma mesma família feridas.

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Segundo informações do jornal Tribuna do Paraná , o Corpo de Bombeiros confirmou que as vítimas são duas mulheres, um homem e duas crianças. Três delas ficaram presas sob os escombros após o colapso, foram resgatadas e encaminhadas para o Hospital Evangélico Mackenzie. De acordo com a assessoria da instituição, todas passam bem.

Desabamento no bairro São Gabriel em Colombo. pic.twitter.com/39Ak0HEJ4G

— pedroazevedo (@pedropea2) July 4, 2020

Ainda de acordo com a publicação, a causa do acidente pode ter sido uma reforma que estava sendo realizada no prédio. Em entrevista à RPC, Milton César Claudino Rafael, proprietário do centro comercial, o empreendimento tinha dois apartamentos, uma academia, um mercado e um estacionamento. Era neste último que a reforma ocorria nos últimos 15 dias. A obra, que tem alvará válido de acordo com o proprietário, seria para a construção da cobertura do estacionamento. A perícia da Polícia Civil esteve no local e agora dará início a uma investigação para entender o motivo do desabamento .

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-07-04/predio-desaba-no-parana-e-deixa-cinco-pessoas-da-mesma-familia-feridas.html

Genro de Silvio Santos, Fábio Faria se aproxima de figurões da Justiça | VEJA

Novo ministro das Comunicações e agora articulador político informal do governo Bolsonaro, o deputado licenciado Fábio Faria (PSD-RN) tem atuado nos bastidores para reconstruir pontes com setores refratários ao ex-capitão e nos últimos dias se aproximou de figurões do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nos dois tribunais tramitam processos que podem decidir o futuro de Bolsonaro – no TSE existem ações que pedem a cassação de seu mandato sob a acusação de abuso de poder e no STF estão investigações como a que apura a participação de bolsonaristas em atos antidemocráticos e a que envolve ataques e fake news contra ministros da Corte.

Genro do empresário Silvio Santos e hábil negociador, Faria tem convidado ministros do entorno do presidente a visitar o SBT, emissora de TV do sogro, se aproximou, por meio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de figurões do STF e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e, mais recentemente, atuou como mediador de um convite do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) para um almoço com ministros de tribunais. O encontro acabou não ocorrendo, mas evidenciou junto a membros do Judiciário o trânsito do novo ministro das Comunicações. Não à toa, ao tomar posse no cargo, Faria defendeu um “armistício patriótico” entre governo e instituições.

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    Próximo de Fabio Faria, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, é um dos principais atores políticos a colocar em dúvida a existência de um processo de pacificação proposto por Bolsonaro. Recentemente, Maia se reuniu com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e disse não acreditar em uma paz duradoura, mesmo com os acenos já apresentados por integrantes do governo. Ao lado de Doria e do ministro Alexandre de Moraes, o deputado povoa o imaginário bolsonarista como o artífice de uma conspirata para impedir o presidente de governar.

    Fonte: veja.abril.com.br/politica/genro-de-silvio-santos-fabio-faria-se-aproxima-de-figuroes-da-justica

    Tubarão de 335kg salta perto de barco e assusta pescadores; veja – Mundo – iG

    Tubarão Reprodução Vídeo foi registrado no último dia 2 de julho

    No último dia 2 de julho, um grupo de pescadores tomou um susto durante uma caçada a um peixe-espada na costa de Miami, no estado da Flórida (EUA): um imenso tubarão-mako de 335kg saltou para fora da água e quase atingiu o barco em que eles estavam.

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    Segundo informações do site Stuff.co.nz, tudo aconteceu há poucos metros da embarcação. Quando um dos pescadores travava a batalha contra o peixe-espada, o tubarão -mako resolveu entrar na disputa e fez uma tentativa de abocanhar a presa. Com o impulso, acabou saltando para fora da água e quase atingiu o barco.

    Nas imagens, é possível ver o momento em que Joe Bonavita começa a recolher a linha de pesca com o peixe já fisgado. Neste momento, o tubarão começa a perseguir a presa e faz algumas tentativas de abocanhá-la.

    “Acho que nenhum de nós nunca tinha tido um encontro tão próximo com um tubarão. Foi algo muito legal e espetacular de assistir”, afirmou Bonavita. “Ele era tão grande que chegou a bater na câmera de um dos nossos colegas, que filmava a pesca do peixe-espada “.

    Capitão do barco, Mark Quartiano, conhecido como “Mark Shark”, disse que o pescador acabou perdendo o peixe-espada, mas que o grupo conseguiu capturar o tubarão -mako, que foi doado para um abrigo de sem tetos da região: “todo mundo ficou louco com esse encontro. No fim, ainda conseguimos encerrar a pescaria com uma conquista”.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2020-07-04/tubarao-de-335kg-salta-perto-de-barco-e-assusta-grupo-de-pescadores-assista.html

    Pedro Guimarães: “Oito entre dez adultos recebem benefício do governo” | VEJA

    O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, de 49 anos, é um dos homens fortes do governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Doutor em Economia pela Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, e especialista em processos de desestatização – tendo assessorado a privatização do Banespa e o processo de abertura de capital do BB Seguridade –, ele tenta dar mais dinamismo à Caixa, reforçando a governança e aprimorando a tecnologia do centenário banco estatal, um dos cinco mais lucrativos do país. Com uma capilaridade invejável – são mais de 25.000 pontos de venda, 4.200 agências bancárias, 13.000 lotéricas e 18.000 funcionários –, a Caixa é a esperança de milhares de micro e pequenos empreendedores que estão sofrendo os efeitos das medidas restritivas para o funcionamento de comércio e serviços em tempos de disseminação do novo coronavírus pelo país. Para mitigar os danos e evitar falências, o banco será usado como uma válvula de escape para a liberação de crédito para esses empresários. O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, o Pronampe, será o antídoto para amenizar essas dores. Segundo a Caixa, desde 16 de junho, mais de 16.000 empresas de micro e pequeno porte já tiveram acesso a 1 bilhão de reais pelo programa. “Chegaremos a 2 bilhões de reais emprestados na próxima semana e, neste momento, estamos analisando mais de 100.000 contratos”, disse Guimarães, em entrevista a VEJA. Na última semana, ele esteve nas cidades interioranas Catalão (GO) e Paracatu (MG), onde foi testemunha das primeiras assinaturas de liberação de crédito pelo programa.

    Muitos micro e pequenos empreendedores reclamam, desde o início de abril, que não têm conseguido acessar linhas de crédito, o que tem ocasionado em falências. Com o Pronampe, o crédito, enfim, irá chegar? Nós temos 11,6 bilhões de reais contratados entregues para as micro e pequenas empresas desde março, quando a pandemia começou aqui no Brasil. Cerca de 16.000 empresários já receberam pelo Pronampe. Temos mais de 1 bilhão de reais emprestados pelo Pronampe e chegaremos a 2 bilhões de reais já na próxima semana. Neste momento, estamos analisando mais de 100.000 contratos, com o potencial de liberarmos mais de 5 bilhões de reais — obviamente nem todas serão aprovadas. Boa parte do que já foi liberado, 70% dessas empresas, não faziam parte da nossa carteira de clientes. Eram clientes de outros bancos ou desbancarizados. A demora se deu porque só poderíamos começar a trabalhar com essa linha de crédito a partir do momento de aprovação do governo. Agora, nós temos uma garantia de 85% pelo Fundo Garantidor de Operações (FGO) que é importante para conseguirmos emprestar mais e de forma mais ágil para empresas e instituições. Além disso, já emprestamos 1,7 bilhão de reais numa outra operação que fizemos em parceria com o Sebrae para cerca de 21.000 empresas. Já em relação ao crédito para folha de pagamento, nós, realmente, emprestamos menos, pouco mais de 300 milhões de reais. Mas entendemos que esses números melhorarão agora.

    O senhor tem acompanhado de perto essas agruras dos pequenos empresários brasileiros? Sim. Eu mesmo estive em Catalão, em Goiás, em 26 de junho, onde presenciei as duas primeiras operações a serem finalizadas pelo Pronampe. Uma era para uma loja de material de construção pequena e a outra para uma hamburgueria. Um era cliente da Caixa e o outro não. Nós temos em torno de 94.000 empresas que são clientes do banco. E são mais de 100.000 empresas que nos procuraram para ter acesso ao crédito pelo Pronampe. Ou seja, muitas delas não são clientes, mas nos procuram porque estamos em mais de 5.000 municípios. É importante ter essa relação com o cliente.

    Como o banco trabalha para diminuir a fricção que existe no processo de acesso ao crédito? Nós temos melhorias operacionais. Começamos com a desenvolver métodos por onde as pessoas poderão solicitar o crédito via internet. Vamos ter o lançamento de um aplicativo, semelhante ao do auxílio emergencial. Ou seja, vamos acelerar ainda mais uma análise que hoje já é muito rápida. A expectativa que nós temos é de emprestarmos mais de 10 bilhões de reais às micro e pequenas empresas. É importante ressaltar o nosso apoio às políticas sociais. Estamos pagando 122 milhões de brasileiros. Oito entre cada 10 adultos estão recebendo o benefício do governo via Caixa.

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    Olhando para os diversos segmentos de atuação, quais seriam prioritários para a atuação do banco? O foco da Caixa é habitação, um segmento que passou quase que incólume à crise. Nós financiamos fortemente esse segmento. Estamos apoiando operações de saneamento, financiando estados e municípios. Também estamos com taxas de juros competitivas no crédito imobiliário, consignado e no crédito agrícola. Ainda estamos pequenos no crédito agrícola, com uma carteira de 4 bilhões de reais. Vamos crescer isso com foco e com calma.

    Num momento de incertezas elevadas, como estamos vivendo, não adianta conceder o crédito, mas é necessário dar um longo prazo de carência para que o tomador do empréstimo consiga pagar ao banco. Nós entendemos que a carência é importante, sim. O Pronampe já oferece oito meses, com uma taxa muito baixa. Estamos oferecendo carência de seis meses no crédito imobiliário tanto para as empresas que estão iniciando novos projetos como para os contratantes. Isso se mostrou uma estratégia acertada, que ajudou a manter 1,5 milhão de empregos no mercado imobiliário. É um mercado que, se for desaquecido, a retomada se torna muito mais complexa.

    Por falar no mercado imobiliário, como tem sido o impacto da campanha “Vem Morar”, lançada pela Caixa em parceria com a Abrainc e a CBIC? Batemos o recorde de originação de crédito imobiliário nos últimos meses. Como nós demos seis meses de carência tanto para o construtor como para quem está comprando o apartamento, o resultado disso foi um valor nunca visto antes em crédito imobiliário. Junho foi o mês recorde de crédito imobiliário SBPE, que é onde nós temos todo o controle do funding, da operação. Não só reduzimos as taxas como lançamos uma série de melhorias operacionais da Caixa para esses produtos e demos carência para clientes e empresas. O segmento habitacional foi o nosso foco para que tivéssemos o mínimo de impacto possível, até porque é um segmento que envolve a casa própria, que é o bem material mais importante de qualquer família.

    Boa parte dos clientes da Caixa tem poupança. Com a taxa básica de juros a 2,25% ao ano, o banco pretende instigar seus clientes a atuar no mercado de ações? O cliente da Caixa é um cliente que toma crédito e que é poupador. Nós não temos tanto esse cliente de perfil investidor. Esse é um caminho em relação ao que chamamos de private banking e wealth management. Nós somos pequenos nesse aspecto, deveríamos crescer. Mas a forma como nós vemos isso é por meio dos IPOs (oferta inicial de ações) de subsidiárias, como o da Caixa Seguridade. Nada melhor que uma oferta de ações de um ativo da Caixa Econômica Federal para incentivarmos os nossos clientes a investirem no mercado de ações. Nós estimamos, por exemplo, que num eventual IPO da Caixa Seguridade, mais de 200.000 pessoas comprariam ações, muitos dos quais clientes da Caixa.

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    A Caixa tem aprimorado sua governança corporativa para realizar a abertura de capital de suas subsidiárias? Sempre. Antes de assumirmos, o balanço da Caixa estava com auditoria incompleta desde 2016. E foi só no segundo balanço da nossa gestão que conseguimos retirar essa ressalva. Isso é consequência da melhoria contínua de governança. É uma questão central para nós. E a própria discussão de abertura de capital é mais um passo que estamos dando para termos mais transparência e mais governança. Com o IPO, passaríamos a ter mais de 200.000 sócios minoritários analisando um balanço específico, criticando ou sugerindo questões estratégicas. Não temos a data definida ainda do IPO, mas é uma coisa está no nosso radar. Além do reforço de governança e de transparência, queremos ter mais sócios além do Tesouro Nacional.

    O ministro Paulo Guedes declarou na reunião ministerial do dia 22 de abril que “o Banco do Brasil é um caso pronto de privatização”. Numa eventual desestatização da instituição financeira, a Caixa teria condições de absorver suas funções? Isso não é uma discussão minha. O presidente da República já disse claramente que não há, nem de perto, uma discussão de privatização do Banco do Brasil, da Caixa ou da Petrobras. Essa é uma decisão do presidente e do ministro Paulo Guedes, que é o meu chefe. E eu não discuto isso.

    Tornou-se público diversos exemplos de fraudes no auxílio emergencial. A Caixa trabalha junto à Dataprev e ao Ministério da Cidadania para sanar esse problema, que pode gerar um rombo aos cofres públicos? O Ministério da Cidadania contratou a Dataprev para fazer as análises e o cruzamento dos dados, e a Caixa para fazer o cadastramento do auxílio e o pagamento. A Caixa não consegue nem saber quem pode ou não pode receber porque não tem a base de dados que vem da Receita. Para fazer as análises, a Dataprev tem que cruzar uma série de dados. O que a Caixa recebe, ela paga. Nós só podemos agir quando há qualquer tipo de fraude no recebimento. Se a pessoa se faz por outra etc. Eu não tenho, por exemplo, como saber se a pessoa recebeu 28.000 reais em 2018, porque não tenho as informações do imposto de renda. Não tenho como saber se a família recebeu três salários mínimos no último ano. Isso faz parte de uma base de dados que a Dataprev tem ou que ela tem acesso especificamente para fazer o check de cada uma das determinações da lei. Só quem pode fazer isso é quem tem essas bases todas. Nós não temos. Nós recebemos os nomes e pagamos quem eles falam para pagarmos.

     

    Fonte: veja.abril.com.br/economia/pedro-guimaraes-oito-entre-dez-adultos-recebem-beneficio-do-governo

    Paz entre poderes lustra futuro de Maia, Alcolumbre e Flávio Bolsonaro | VEJA

    Reportagem de VEJA desta semana mostra a nova estratégia do presidente Jair Bolsonaro de tentar desanuviar o ambiente político e, em um movimento inédito, fazer a paz reinar na relação entre os três poderes. O esforço visa principalmente baixar a temperatura do Judiciário, que investiga o presidente da República e seus aliados, e também formar uma base de sustentação no Congresso. Além de dar fôlego ao seu governo, a bandeira branca pode servir como uma boia de salvação ao senador Flávio Bolsonaro, o filho ‘Zero Um’, alvo de investigação no Ministério Público no caso da rachadinha e de representação no Conselho de Ética do Senado – que, no limite, pode cassar o seu mandato. Os presidentes da Câmara e do Senado também têm a promessa de um horizonte favorável caso se mantenham ao lado do governo.

    A aproximação com o Congresso é complexa – mas, ao menos até aqui, dá sinais de sucesso. Bolsonaro buscou o chamado Centrão por questões de sobrevivência. Ele precisa de uma base que lhe seja vital tanto para aprovar matérias econômicas quanto para barrar um eventual processo de impeachment. Foi o filho Flávio Bolsonaro que fez a articulação com os grandes caciques de centro. Primeiro, ele procurou o senador Ciro Nogueira, presidente do Progressistas e réu no petrolão – mas, agora, o que importa é estar perto de figuras influentes. Daí, iniciou-se um plano para atrair outras legendas de tamanho médio, como o Republicanos e o PL do mensaleiro Valdemar Costa Neto. Com uma vasta oferta de cargos em órgãos de orçamentos bilionários, o embarque foi fácil.

    A segunda etapa do plano sempre foi tratada como mais difícil: aproximar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), do governo. De início, o próprio Bolsonaro não queria – ele sempre repetiu que Maia conspira contra a sua gestão e que impõe dificuldades de forma propositada, visando derrubá-lo em um processo de impeachment ou enfraquecê-lo para as próximas eleições. Não faria sentido, portanto, ter ao lado uma pessoa com esse perfil. O presidente da Câmara era igualmente resistente à ideia. Afinal, ele sempre foi alvo preferencial de uma série de críticas dos filhos de Bolsonaro e do próprio presidente, que insuflavam uma onda de ataques virtuais vindos da rede bolsonarista. A operação já rende frutos. Na última terça-feira, 30, Maia foi recebido com pompa no Palácio do Planalto e participou da cerimônia de prorrogação do auxílio financeiro para trabalhadores informais atingidos pela pandemia.

    Para Maia, a aproximação com o governo pode mudar o seu futuro. Auxiliares palacianos e parlamentares aliados do presidente da República passaram a traçar o destino do democrata caso ele não se reeleja no comando da Câmara no ano que vem – ele sonha em continuar na Presidência, mas esbarra em regras do regimento que não permitem um novo mandato. A ideia, então, é realocá-lo em outra função de grande protagonismo. “O Rodrigo Maia é um ator forte. Se fosse um deputado que tivesse uma boa articulação com o governo, poderia ser um ministro da Fazenda, daria para dividir a Economia em duas pastas”, disse um ministro a VEJA. A mudança em seu status, claro, dependeria da boa relação de Maia com o governo até o ano que vem. “Se depender de mim, ele vai ser uma pessoa que possa ajudar o presidente. O Rodrigo tem um papel muito importante no país. Vou lutar para que tenha uma função no governo federal. O Rodrigo seria bom para tudo”, diz um parlamentar bastante próximo ao presidente da Câmara.

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    Aliados de Maia apontam que, por ora, ele não cogita embarcar em um projeto bolsonarista. O movimento do governo, no entanto, é visto como um relevante gesto político para manter o presidente da Câmara pacificado.

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também tem um caminho florido se continuar ao lado de Bolsonaro. Segue a todo vapor a articulação para que ele consiga permanecer no comando da Casa por dois anos, em uma manobra regimental que precisa ser acatada pelo Supremo. De acordo com uma importante liderança do governo, se puder ser candidato, o parlamentar do DEM tem a eleição garantida com mais de 60 votos – e, claro, com o aval do Palácio do Planalto. Nos últimos meses, Alcolumbre passou a ser chamado de “bombeiro-mor” no Congresso, por causa da sua capacidade de apagar os incêndios entre o Planalto e o Supremo. O presidente do Senado, por exemplo, engrossou a pressão para que Abraham Weintraub fosse demitido do Ministério da Educação, forçando o gesto de pacificação do governo e, ao mesmo tempo, acenando para a Corte que pode lhe pode garantir a reeleição.

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    O plano de cessar-fogo também passa pela sobrevivência de Flávio Bolsonaro, alvo de investigação no esquema das rachadinhas na Assembleia do Rio de Janeiro. No último dia 25, ele participou de um jantar na casa do deputado Marcos Pereira, presidente do Republicanos, ao lado de Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre e Ciro Nogueira. Conforme relatos do encontro, que aconteceu em clima amistoso, Flávio fez uma espécie de mea-culpa, admitiu que há erros no governo e prometeu mudanças. Questionado sobre as ações do chamado gabinete do ódio, que mira especialmente os presidentes da Câmara e do Senado, ele afastou a família da responsabilidade dos ataques e ponderou que, muitas vezes, ele próprio vira alvo nas redes sociais. “Se dependesse de mim, isso não aconteceria”, disse.

    Tido como um senador influente e que ajuda a abrir portas no governo, o ‘Zero Um’ tem a solidariedade do Parlamento. Ele já recebeu diversos recados de que não há nenhuma intenção do Senado em cassar o seu mandato – nem mesmo se restar comprovado o seu envolvimento direto no esquema que embolsava o salário dos servidores. O argumento é o de que os atos aconteceram enquanto era deputado estadual – e, portanto, antes do mandato de senador. “Não existe nenhuma sinalização de que se possa ter algum tipo de iniciativa que prospere Conselho de Ética. O Flávio construiu ao longo do tempo uma relação muito cordial com os membro da Casa. Ele circula bem, é muito proativo e as pessoas reconhecem o jeito afável. Não vejo nenhuma possibilidade”, disse um experiente senador. Ter como aliados figuras como Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia, claro, ajuda e muito neste processo.

    Fonte: veja.abril.com.br/politica/paz-entre-poderes-lustra-futuro-de-maia-alcolumbre-e-flavio-bolsonaro

    STF envia inquérito de Weintraub por racismo a primeira instância – Brasil – iG

    Weintraub Agência Brasil Ministro da Educação, Abraham Weintraub é investigado por possível crime de racismo

    O inquérito aberto no Supremo Tribuna Federal (STF) para investigar o  ex-ministro da Educação Abraham Weintraub por racismo foi remetido nesta sexta-feira (3) para a Justiça Federal do Distrito Federal, já que ele não tem mais foro privilegiado pelo cargo que ocupava até o mês passado. A decisão foi tomada pelo ministro Celso de Mello, relator do caso no STF. Ele acolheu manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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    Celso abriu o inquérito no fim de abril a pedido da PGR em razão das declarações do então ministro em sua conta no Twitter sobre a China . Weintraub satirizou o modo de falar dos chineses, que provocou dura reação da embaixada da China no Brasil.

    O ex-ministro da Educação insinuou que os chineses poderiam se beneficiar da crise decorrente do coronavírus e chegou a usar a forma de o personagem Cebolinha, de Maurício de Sousa, falar trocando o “r” pelo “l”, em uma referência ao sotaque de chineses que falam português. O embaixador da China, Yang Wanming, chamou Weintraub de racista, e o ministro acabou apagando a publicação. A prática de ato considerado preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional é punível com reclusão de um a três anos e multa. Um agravante, o fato de realizar esse ato usando publicações em meios de comunicação, torna o crime punível com reclusão de dois a cinco anos. Weintraub foi exonerado do cargo pelo presidente Jair Bolsonaro como uma forma de diminuir as tensões com os outros poderes. O ex-ministro já chamou os integrantes do STF de vagabundos e defendeu até mesmo a prisão deles.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-07-04/stf-envia-inquerito-que-investiga-weintraub-por-racismo-para-primeira-instancia.html

    Ó, São Francisco! Lula, Bolsonaro, Ciro, Marinho (e Centrão) | VEJA

    Na escuridão da madrugada em Salvador, rádio de pilha ligado, fone no ouvido, em ondas médias na insônia da noite de fim de junho do ano da pandemia Covod-19, vou parar na Rádio Jornal do Comércio de Recife – onde Pernambuco segue “falando para o mundo”. Começa, pouco depois das três, o “Passando a Limpo”: programa jornalístico de notícias e análises sobre temas variados e relevantes da ordem do dia, ancorado e mediado por Geraldo Freire, que cresce nas pesquisas também em audiência e prestígio nacional a cada nova edição. A exemplo desta que escuto, na antevéspera da visita do presidente Jair Bolso naro a Jati, sertão cearense, para abrir mais uma torneira do faraônico projeto de transposição das águas do Rio São Francisco, em ato organizado pelo marketing oficial com participação mais que ativa dos novos e notórios aliados do Centrão: Siga o dinheiro, Olho neles, penso!.

    Sintonizo “no Programa do Geraldo” (que, no dizer dos nordestinos, de Sergipe para cima, que ferve na madrugada), três dias antes do mandatário do Planalto descer na área. O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, acabara de chegar em Petrolina (PE), à frente de “comitiva técnica e política que antecede a visita presidencial”. Repete-se o mesmo ritual, de mais de 15 anos, em tempo de eleições, a exemplo das que se aproximam nos mais de 5 mil municípios brasileiros. Marinho é o entrevistado especial para falar da mega obra, bolada pelo imperador D. Pedro II, e execução levada a muque e lubrificada com muita grana pública, pelo ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Inicialmente orçada em R$ 4 bilhões, já engoliu mais de R$ 12 bi até aqui (e a turma do Centrão quer mais). Serviu de palanque a “donos do poder” de esquerda (Lula e Dilma), de centro (Temer) e agora à direita (Bolsonaro).

    “Passando a Limpo” é um programa raro, no cenário atual do radio jornalismo brasileiro. Capaz de, na mesma edição, abrir espaço valioso de informação e opinião e ainda entrevistar, com inteligência, elegância e bom humor, uma colunista política de destaque nacional, tirar da cama um general de alto coturno, em Brasília, e ainda conversar com ilustrada e bem humorada (a exemplo do âncora) pesquisadora da Embrapa, sobre a nuvem de gafanhotos, – famintos como políticos do Centrão, – que atacam fazendas no Paraguai, e que ameaçam invadir o Uruguai e o Sul do Brasil.

    Geraldo e sua afiada equipe conversam com o ministro Marinho (espécie de Ciro Gomes, da atual gestão.Mais sóbrio, nítido e manso nas palavras que o desbocado ex-auxiliar de Lula. Não desligo, afinal, nasci em uma cidadezinha baiana a seis quilômetros rio abaixo, de canoa, da pernambucana Cabrobó, marco zero das obras de transposição. Tudo o que diz respeito ao rio me interessa. A exemplo desta visita presidencial.

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    “Sem a participação de governadores, prefeitos e senadores nordestinos, Bolsonaro inaugurou na manhã de sexta-feira (26) etapa do eixo norte.Depois de observar a água correr pelo canal, o presidente desceu do carro em que estava, tirou a máscara, posou para fotos e cumprimentou apoiadores que o chamavam de mito”, relata o UOL. Depois pegou o avião de volta a Brasília, deixando o resto da festa por conta das turmas do marketing e do Centrão.Antes do ponto final, um viva ao jornalístico “Passando a Limpo” e ao seu criador, Geraldo Feire, além da Radio Jornal do Comércio da minha infância e sempre.

     

    Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitors.h@uol.com.br.

    Fonte: veja.abril.com.br/blog/noblat/o-sao-francisco-lulabolsonarociromarinhoe-centrao-por-vitor-hugo

    Eduardo Bolsonaro posta ultrassom da filha: ‘já faz a arminha’ – Política – iG

    Arminha Reprodução “Na foto ela já tenta fazer o sinalzinho de arminha com as mãos na frente do rostinho”, diz Eduardo

    Na noite desta sexta-feira (2), o  deputado federal Eduardo Bolsonaro postou nas redes sociais imagens do último ultrassom realizado pela esposa, a psicóloga Heloísa Wolf Bolsonaro e brincou que a filha Geórgia já “tenta fazer o sinalzinho da arminha com as mãos”.

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    “Meu motivo para sorrir, nossa Geórgia segue se desenvolvendo muito bem. Agradecemos a todos pela orações e energias positivas! Na foto ela já tenta fazer o sinalzinho de arminha com as mãos na frente do rostinho, rs”, escreveu Eduardo .

    Meu motivo para sorrir, nossa Geórgia segue se desenvolvendo muito bem. Agradecemos a todos pela orações e energias positivas! Na foto ela já tenta fazer o sinalzinho de arminha com as mãos na frente do rostinho, rs 😊🙏 pic.twitter.com/Q9b88npuI8

    — Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) July 3, 2020

    A publicação, que já teve mais de 18 mil curtidas, recebeu elogios de alguns integrantes da ala governista, como a deputada federal Bia Kicis e o atual secretário de Cultura Mário Frias : “parabéns irmão. Momento lindo pra uma bela família. Que Deus abençoe!”.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/politica/2020-07-04/eduardo-bolsonaro-posta-ultrassom-da-filha-e-brinca-ja-tenta-fazer-arminha.html

    Lava-Jato continua atrás da corrupção petista na Petrobras | VEJA

    A Lava-Jato foi deflagrada em 2014 e mesmo sendo alvo de críticas e polêmicas por disputas internas no MPF, segue cobrando a fatura dos corruptos que saquearam a Petrobras.

    Nesta semana, por exemplo, os ex-executivos da OAS, a empreiteira que pagou milhões de reais em propinas ao PT e a outros partidos e políticos do esquema, prestaram depoimento na Justiça Federal de Curitiba.

    Léo Pinheiro, que fechou delação e depois sumiu, e seu braço-direito Agenor Medeiros, detalharam como firmaram um esquema de corrupção em duas obras da rede de gasodutos da estatal durante o governo de Lula.

    O caso nem chega a ser o mais turbinado da conta-propina da OAS mantida em nome do PT, mas serve para manter o fantasma atrás da porta dos petistas. No caso em questão, Agenor narrou que Léo mandou reservar 5,8 milhões de reais em dinheiro sujo para repassar aos petistas, como acerto pelas obras. Dinheiro devidamente pago.

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    Fonte: veja.abril.com.br/blog/radar/lava-jato-continua-atras-da-corrupcao-petista-na-petrobras

    Igrejas do Rio de Janeiro voltam com as missas presenciais – Brasil – iG

    As igrejas do Rio voltam a ter missas presenciais amanhã (4) e o retorno vai seguir uma série de recomendações da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Só vão receber os fiéis as igrejas que tiverem feito a higienização, indicações com adesivos para a localização dos frequentadores respeitando o distanciamento, inclusive no momento da comunhão entre o fiel e o celebrante. Para evitar o contato direto, a hóstia será entregue na mão da pessoa que a levará à boca.

    Catedral do Rio de Janeiro Reprodução/Instagram Catedral do Rio de Janeiro

    As igrejas vão ter também que ter equipes preparadas para orientar as pessoas e disponibilizar álcool em gel e máscaras para o caso dos fiéis que estiverem sem a proteção.

    Com o início do isolamento social, as paróquias começaram a fazer, a partir do dia 20 de março, missas, orações e demais celebrações via internet, sem a presença do público. A abertura foi decidida após consultas a representantes da comunidade científica e autoridades do estado e do município que estão tratando das medidas de combate a disseminação da covid-19 no Rio.

    “Sabemos que a pandemia continua, sabemos da situação que devemos ter todo o cuidado e prudência, porém a toda uma solução de tratamento na cidade. Esperamos que ninguém precise utilizar os leitos, mas têm como ser tratado”, disse o arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta, em entrevista à Agência Brasil.

    Segundo o cardeal, levou mais de um mês para que a Arquidiocese preparasse os protocolos que serão seguidos pelas paróquias. “No dia 7 de junho entregamos oficialmente a toda diocese as orientações para esse retorno. Tanto os padres como o povo têm em mãos as orientações que são amplas. Embora as 280 paróquias estejam autorizadas para funcionar, só vão ter a presença dos fiéis, as que se prepararam para atender as exigências.Também terão que ter apenas 30% de ocupação”.

    Arcebispo do Rio de Janeiro Tomaz Silva/ Agência Brasil O arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta

    “Em geral, as 280 estão permitidas, mas depende se fizeram a higienização e se está capacitada ou não.Se não tiverem podem abrir mais tarde. Não serão todas as igrejas que estarão abertas. Vamos começar primeiro com as igrejas matrizes, as maiores. Nem todas irão abrir, depois temos mais de mil capelas e vamos devagarzinho, abrindo aos poucos com toda a prudência e passo a passo”, revelou, acrescentando que após as missas os frequentadores devem sair logo das igrejas e evitar aglomerações e reuniões.

    Programação e agendamento

    As paróquias que tiverem número maior de fiéis terão que fazer a programação de vários horários de missas para atender a todos que quiserem acompanhar presencialmente as celebrações. A entrada só será permitida aos que fizerem agendamento. “Tem várias opções. Tem um aplicativo que a própria Arquidiocese desenvolveu e algumas paróquias estão utilizando, a pessoa escolhe a igreja e horário para o seu ingresso. Alguns utilizam WhatsApp, outros marcam por telefone. Há uma variedade muito grande”, contou.

    Para os fiéis de grupos de risco, a orientação é evitar a ida às paróquias e continuar acompanhando celebrações com transmissão onlline. “Os grupos de risco são convidados a participar de casa das missas online pela internet. Ninguém é obrigado a ir às igrejas. Nós dispensamos do cumprimento do preceito dominical”, completou.

    Nesse período em que as igrejas estiveram fechadas para celebrações presenciais, ocorreram datas comemorativas de santos populares que costumam atrair grande quantidade de fiéis, como foram as de São Jorge, em 23 de abril, além dos chamados santos juninos Santo Antônio, São João e São Pedro, respectivamente nos dias 13, 24 e 29. Nesses casos, para que pudessem manifestar a sua fé o fiel teve que acompanhar as missas online.

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    Dom Orani disse que mesmo com a abertura, para evitar as aglomerações nas próximas datas comemorativas que ainda ocorrerão este ano, continua a recomendação de celebrações virtuais ou a elaboração das programações com diversos horários de missas. “Celebrações que costumam ter muita gente, mesmo sendo no futuro, enquanto não tiver um tratamento ou uma vacina para este vírus continua a orientação com distanciamento e várias missas. Em vez de ter uma só com mil pessoas, faz várias missas com 150, de forma que as pessoas possam marcar os seus horários”, orientou.

    Celebração de abertura

    Amanhã, o cardeal vai celebrar às 9h, na Catedral Metropolitana do Rio, no centro da cidade, a missa de abertura das igrejas. Para atender a orientação de apenas 30% de ocupação, o controle será feito na entrada do templo. Dom Orani destacou que em tempos normais, o templo tem capacidade de receber mais de 5 mil pessoas, mas só vai permitir a presença de 1.500 fiéis.

    O público para esta missa será composto por padres e integrantes de paróquias que completaram mais de 25 anos de dedicação que não puderam ser comemorados durante a suspensão presencial. “Teremos representantes desse pessoal que não tiveram as celebrações durante três meses, então, será com eles. O máximo é de 1.500 pessoas, mas podemos ter menos”, comentou.

    Dom Orani mandou uma mensagem aos frequentadores das paróquias do Rio. “Saber seguir aqueles que estarão acolhendo e orientação, tanto na higienização e controle de chegada das pessoas como também ao posicionamento dentro da igreja para os locais que podem sentar. Tudo aquilo que vamos aprender com as coisas que não estamos acostumados, como não dar as mãos às pessoas e não dar abraços, temos que aprender porque nosso povo é bastante afetivo. Isso não será possível neste momento de pandemia”, afirmou.

    Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-07-04/missas-presenciais-sao-retomadas-em-igrejas-do-rio-de-janeiro.html